Prorrogada 2ª dose da vacinação contra HPV

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Prazo foi adiado para respeitar intervalo entre primeira e segunda dose; público-alvo da campanha são meninas de 11 a 13 anos

O prazo de aplicação da segunda dose da vacina contra o HPV para meninas do Distrito Federal, que deveria ter acabado no último dia 28, foi prorrogado e vai até o dia 2 de agosto.

 

“É uma reorganização do calendário para que todas as meninas que tomaram a primeira dose (que em alguns casos foi até junho) tomem a segunda num intervalo adequado, entre 30 e 60 dias”, informou a gerente de Vigilância Epidemiológica e Imunização do órgão, Cristina Segatto.

 

Até semana passada, 39.660 crianças e adolescentes entre 11 e 13 anos tinham tomado a segunda dose da vacina, o que representa 63% das 62.862 mil estudantes nessa faixa etária.

 

As cidades que mais vacinaram até o momento foram Ceilândia e Taguatinga, com quase seis mil alunas imunizadas cada, já as localidades com maior cobertura por número de habitantes foram Guará (87,96%) e Samambaia (86,98%).

 

De acordo a Secretaria de Saúde, a primeira fase da campanha de imunização teve quase 92% da meta atingida, o que representa mais de 57 mil meninas imunizadas.

 

A terceira fase está prevista para ocorrer entre 30 de setembro a 1º de novembro, mas o prazo também poderá ser ampliado já que o intervalo mínimo entre a primeira e a última dose deve ser de 180 dias.

 

O GDF investiu mais de R$13 milhões na compra das vacinas contra o HPV e o custo estimado de cada dose, que defende contra quatro tipos do vírus, é de R$ 72,50.

 

EXEMPLO- A campanha de vacinação contra o HPV promovida pela Secretaria de Saúde do DF foi reconhecida como uma experiência de sucesso pelo Ministério da Saúde, que resolveu torná-la modelo para o resto do país.

 

A pasta está em fase final de ajustes para dar início, no ano que vem, a uma campanha nacional de vacinação contra o papilomavírus humano, que também deverá abranger meninas entre 10 e 11 anos e ter como foco a vacinação na escola.

 

Segundo dados da secretaria, 90 mulheres morrem todos os anos no Distrito Federal vítimas de câncer de colo de útero, taxa alta se for considerado que esse é um tipo de doença com diagnóstico fácil e que se desenvolve lentamente.

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