Prudente vem aí ?

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rafaelprudenteComiteO ex-deputado distrital e ex-presidente da Câmara Legislativa do DF, Leonardo Prudente, aposta alto na continuidade de seu legado político nas eleições de outubro.

O escolhido? Seu filho, Rafael Prudente, que já faz reuniões com amigos e empregados das empresas ligadas ao pai famoso por colocar dinheiro nas meias.

Na foto, reunião de Rafael Prudente no SAAN, no mesmo prédio que serviu de comitê para o pai, Leonardo.

 

 

Rafael Prudente já distribui cartões pela cidade em busca de votos nas próximas eleições.
Rafael Prudente já distribui cartões pela cidade em busca de votos nas próximas eleições.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para relembrar, veja  notícia publicada no Correio Braziliense e veiculada aqui no Blog sobre pai e filho:

PRUDENTE E O LIXO HOSPITALAR

Postado por: Donny Silva 14/02/2011 07:11 em Notas I 5 Comentários

Para recordar e anotar: Em 06 de dezembro de 2009, foi publicada a seguinte notícia envolvendo os interesses de Leonardo Prudente no lixo hospitalar. Confira:

Do Correio Braziliense deste domingo (6): Num dos diálogos captados pelas escutas da Polícia Federal (PF), na Operação Caixa de Pandora, o então chefe da Casa Civil, José Geraldo Maciel, e o delator do suposto esquema de corrupção instalado no governo Arruda, Durval Barbosa, se referem ao suposto interesse do presidente licenciado da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente (DEM), num negócio rentável: o lixo. Rafael Cavalcanti Prudente, filho do deputado distrital, representa em Brasília a empresa Serquip Serviços, Construções e Equipamentos Ltda., que mantém contrato emergencial com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) para tratamento dos resíduos produzidos por hospitais e clínicas do Distrito Federal.

Já renovado duas vezes, o contrato emergencial de R$ 330 mil (valor de seis meses) tem data para acabar, já que o SLU se prepara para entregar aos hospitais e clínicas particulares a responsabilidade pela destinação, coleta, pelo transporte e tratamento do lixo que produzirem. A Câmara Legislativa disciplinou o assunto. De iniciativa do presidente em exercício, Cabo Patrício (PT), lei aprovada pelos distritais em junho beneficia empresas com tecnologia de incineração e sede na capital do país, como a Serquip.

A empresa foi contratada pelo SLU sem licitação para operar a Usina de Incineração de Lixo Especial, em Ceilândia. Dona do negócio, a Serquip se prepara para disputar uma parte do contrato. Poderá perder para concorrentes no mercado a coleta e o tratamento do lixo hospitalar produzido na iniciativa privada, mas poderá disputar os contratos com os hospitais públicos. O governo se prepara para fazer uma licitação no início do próximo ano. A expectativa de empresas interessadas no negócio é que apenas com o Hospital de Base o contrato chegue a R$ 1 milhão por ano. O Distrito Federal tem 18 hospitais públicos.

A Serquip tem duas concorrentes diretas, a Indcom Ambiental e a Quebec, com sede respectivamente em Anapólis e Cidade Ocidental (GO). As duas firmas, no entanto, vão esbarrar num artigo da lei. Os deputados deram a empresas estabelecidas no DF a prioridade para operar esse mercado. Apenas em situações em que ficar comprovado pelo próprio governo que há argumentos suficientes, será possível designar o contrato a uma empresa de fora. A Serquip e a Quebec têm licença de operação expedida pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram). No caso da Serquip, o documento é assinado pelo empresário Rafael Prudente. O presidente do Ibram, Gustavo Souto Maior, que assina a licença, disse que a avaliação é técnica e nunca tomou conhecimento de que a empresa é vinculada ao presidente da Câmara.

O prazo para hospitais e clínicas se adequarem às novas regras venceu na última quinta-feira. Por força de liminar, porém, o Sindicato Brasiliense de Hospitais conseguiu prorrogar por mais 60 dias. Nesse período, a Serquip continua à frente da usina de incineração. Concorrente da empresa, a Quebec já começou a entrar no mercado do DF. A firma já fechou negócio com os maiores hospitais da capital do país. O lixo hospitalar é levado para a Cidade Ocidental, município no Entorno do DF, onde a Quebec é concessionária dos serviços de coleta e tratamento de lixo hospitalar.

Leonardo Prudente e o filho Rafael Prudente não foram localizados ontem. Cabo Patrício afirmou que não houve qualquer ingerência do colega na elaboração do texto do projeto sancionado pelo governador José Roberto Arruda (DEM). De acordo com o distrital, a intenção de privilegiar empresas no Distrito Federal foi garantir a geração de empregos na capital do país.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Donny Silva

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