PSDC: EYMAEL SERÁ CANDIDATO A PRESIDENTE

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História

Líder democrata-cristão, José Maria Eymael (Porto Alegre, 2 de novembro de 1939) é um político e empresário brasileiro.

Eymael filiou-se ao PDC (Partido Democrata Cristão) em 1962, em Porto Alegre (Rio Grande do Sul), militando na Juventude Democrata Cristã.

O PDC foi extinto pelo Ato Institucional número dois, em 27 de outubro de 1965, durante a ditadura militar brasileira, e foi refundado em 1985, sendo Eymael o responsável por sua reorganização no estado de São Paulo.

Em 1985 foi candidato a prefeito de São Paulo, mas não se elegeu, ficando nas últimas posições, mas seu jingle de campanha, com o refrão “Ey Ey Eymael, um democrata cristão“, o tornou bastante popular.

Em 1986, no vácuo da popularidade do jingle, elegeu-se deputado federal constituinte. Reelegeu-se em 1990. Candidatou-se novamente à Prefeitura de São Paulo em 1992 e novamente derrotado.

Em 1993 o PDC se fundiu ao PDS, formando o PPR, fusão não aceita por Eymael, que, em busca de mais espaço político, sai do partido recém-criado e, dois anos depois, em 30 de março de 1995, fundou o PSDC (Partido Social Democrata Cristão), cujos compromissos maiores são o “compromisso com a família, com a defesa de seus valores e o atendimento pleno de suas necessidades”.

Candidato a presidente em 1998 e 2006

Eymael foi candidato à presidência da república em 1998 e em 2006, percorrendo, em ambas as campanhas, todos os estados brasileiros. Em 2006, a Social Democracia Cristã apresentou como proposta central, “transformar o Estado de senhor em servidor”. Nas eleições de 2006, o PSDC foi o partido que concorreu com o maior número de candidatos a governador, 25, e maior número de candidatos ao senado, 17.

As realizações como deputado

Deputado federal constituinte, Eymael foi relacionado pelo DIAP como um dos doze parlamentares mais influentes no Congresso Nacional e, ao término dos trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte, ficou entre os quinze constituintes com maior número de propostas aprovadas: 145. Entre estas propostas, destacam-se as seguintes:

  • Aviso prévio de 30 dias para todos os trabalhadores;
  • Jornada semanal de 44 horas;
  • Direito do trabalhador ao lazer;
  • Proibição da existência de tributo com efeito de confisco;
  • Obrigatoriedade de contribuintes em igual situação ter o mesmo tratamento tributário;
  • Admissibilidade de mandado de segurança também contra atos de qualquer pessoa jurídica no exercício de funções públicas;
  • Possibilidade do ICMS ser menor para produtos mais necessários, como por exemplo, os produtos que compoem a cesta básica;
  • Artigo 180 da Constituição Federal, que obriga a União, os Estados e os Municípios a apoiar e incentivar o turismo como fator de desenvolvimento econômico e social;
  • Artigo 17 do Ato ds Disposições Constitucionais Transitórias que estabelece que sempre que um funcionário público receber remuneração ou proventos de aposentadoria superiores aos limites constitucionais, estes valores devem ser imediatamente rebaixados para aqueles limites, não cabendo neste caso, invocação de direito adquirido;
  • Obrigatoriedade da União, Estados e Municípios publicarem até o dia 30 de cada mes os valores que arrecadaram ou receberam no mês anterior, possibilitando assim o controle da sociedade sôbre as Receitas Públicas;
  • Dever dos filhos adultos de cuidar de seus pais na velhice, carência ou enfermidade (Artigo 229 da Constituição Federal).

Ainda na Assembléia Nacional Constituinte, foi o autor do pronunciamento defendendo a manutenção do nome de Deus no preâmbulo da Constituição Federal,opondo-se a proposta que propunha a sua retirada. O jingle de Eymael

O JINGLE

Em 1985, Eymael foi candidato a prefeito de São Paulo, mas não se elegeu, ficando nas últimas posições. Mas seu jingle de campanha, cujo refrão dizia “Ey Ey Eymael, um democrata cristão”, ficou bastante popular. Criado pelo militante do partido, e hoje um de seus dirigentes, José Raimundo de Castro, este jingle tornou-se referência na história política recente do país e é considerado um case de comunicação. O jingle original dizia: “para prefeito em 15 de Novembro é Eymael, o candidato da Renovação”. Em 1986 foi modificado em: “Pra deputado federal queremos Eymael, a voz do povo na Constituição”. Em 1998 foi modificado para: “pra presidente do Brasil queremos Eymael, pela família e pela nação”. Na eleição de 2006, foi modificado para: “pra presidente é José Maria Eymael, pela família e pela nação”.

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