Queda livre na derrubada de vetos

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Um governo bem posicionado na Câmara Legislativa nem precisa vetar projetos de lei propostos pelos deputados distritais, mesmo quando é conveniente ou necessário. Barra as proposições desde o início. Definitivamente, não é o caso da gestão Rollemberg (foto). Entre 2015 e 2016, o governador vetou 160 projetos dos parlamentares. Dos vetos, 92 foram derrubados em plenário, enquanto quatro foram mantidos parcialmente. O Executivo só conseguiu manter posição em 64. Percentualmente, o Palácio do Buriti só conseguiu sustentar os vetos em 43% dos embates.

Comparação inflama fragilidade

Na comparação com o governo passado, de Agnelo Queiroz (PT), a análise da derrubada de vetos de Rollemberg escancara ainda mais a atual fragilidade do Buriti. De 2011 até 2014, o então chefe do Executivo vetou 230 projetos de lei nascidos na Câmara. Somente 34 foram torpedeados pelos deputados. Agnelo conseguiu a manutenção plena dos vetos em 187 vezes. Nos nove casos restantes, os vetos foram mantidos parcialmente. Ou seja, o ex-governador deixou o GDF com uma taxa de 85% de manutenção dos vetos.

 

Fonte – Do Alto da Torre

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