Delator revela que Conselheiro do Tribunal e Contas do Rio é o mandante do assassinato de Marielle

Finalmente a verdade começou aparecer e já incomoda muito o discurso esquerdista utilizado nos últimos anos para atacar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Blogs petistas publicaram que o ex-PM Ronnie Lessa apontou, em delação premiada, Domingos Brazão como mandante dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018. Cerca de um ano antes, a Lava Jato chegou a prender Brazão, durante a Operação Quinto do Ouro.

No passado, ele atuou como vereador, deputado estadual e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). A operação que atingiu Brazão em cheio ocorreu no âmbito de investigação de fraude e corrupção na Corte.

Ele, porém, não continuou na cadeia, já que o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Félix Fischer revogou, em 7 de abril de 2017, as prisões temporárias de Brazão e de outros quatro conselheiros do TCE-RJ, alegando falta de pedido da Polícia Federal por novas diligências e estabelecendo que eles não poderiam deixar a cidade, deveriam entregar os passaportes em 24 horas e não poderiam ter contato com ninguém do tribunal.

Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e conhecido nome na política do Rio, Domingos Brazão viu seu patrimônio crescer significativamente durante sua carreira como deputado estadual. Ligado ao caso do assassinato de Marielle Franco, Brazão teve um aumento de 817% em seus bens entre 2006 e 2014, passando de R$ 1,2 milhão para R$ 11,4 milhões.

Em 2006, ao se candidatar à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Brazão listou seus principais bens: um terreno na zona oeste do Rio avaliado em R$ 270 mil, um carro Mitsubishi Pajero 2004 (R$ 198.500) e um apartamento na Barra da Tijuca (R$ 196.000). Já em 2014, seus ativos de maior valor incluíam um carro Porsche 2012 (R$ 299.000), uma casa na Barra da Tijuca (R$ 930.000), 99% das cotas da empresa FB Participações (R$ 990.000) e milhões em cotas de outra empresa, a Superplan Administradora de Bens. Além disso, Brazão possuía R$ 180 mil em dinheiro vivo.

Paralelamente a esse aumento patrimonial, Brazão enfrenta acusações graves. Ele está sendo processado por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro, junto com outros quatro conselheiros do TCE-RJ, segundo a Operação Quinto do Ouro. Além disso, tenta no STF anular as quebras de seus sigilos, impostas pelo STJ.

Investigações recentes revelaram movimentações suspeitas de grandes quantias em dinheiro vivo nas contas de Brazão. Em dois anos, ele movimentou R$ 14 milhões e viu seu patrimônio saltar de R$ 13,7 milhões para R$ 18,8 milhões.

Brazão também foi citado na investigação do assassinato de Marielle Franco. Em 2019, a Procuradoria-Geral da República o denunciou por obstrução à Justiça nesse caso, mas a acusação foi rejeitada pela Justiça do Rio em março de 2023.

Amiga de Brazão, a esquerda agora tenta desqualificar o fato porque foi atingida em cheio e com isso acabou o discurso que ajudou muito o Psol nas últimas eleições.

A mentira tem perna curta e a esquerda parece nunca aprender essa lição. E continua mentindo e fingindo que não é com ela…

Mas o fato é que foi a própria esquerda quem mandou matar Marielle.

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