Roberto de Lucena já alertava o Congresso sobre pesquisas com animais

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Na proposta apresentada em 2011 Roberto de Lucena pede a proibição do uso de animais em pesquisas de cosméticos.

por Leiliane Roberta Lopes

 

Roberto de Lucena já alertava o Congresso sobre pesquisas com animaisLucena já alertava o Congresso sobre pesquisas com animais

O deputado Roberto de Lucena (PV-SP) resolveu comentar o polêmico caso do “Instituto Royal”. Lucena avisa a população, que está indignada com o uso de cachorros em pesquisas, que há um projeto de sua autoria tramitando no Congresso para proibir de vez a prática no Brasil.

“Sou absolutamente contra a utilização de animais para experimentos em laboratórios, porém, entendo que em muitas situações – como em pesquisas avançadas sobre doenças graves como o câncer – ainda não é possível descartar o uso de animais’, disse o deputado.

O Instituto Royal e muitas outras empresas se valem desse método de pesquisa para testar seus produtos, desenvolver novas drogas e analisar o potencial delas para destruir vírus e doenças. O caso tomou grandes proporções nas últimas semanas, pois um grupo de ativistas invadiu o Instituto e resgatou mais de 100 cachorros que estavam sendo usados nessas pesquisas.

O deputado entende e lamenta que em muitos casos não há métodos alternativos e o teste em animais se faz necessário. “A cura para muitas doenças, hoje ainda, depende de pesquisas médicas que utilizam animais”, ponderou.

Mas há outros casos que podem ser realizadas pesquisas sem maltratar animais que servem de cobaias nesses testes, principalmente na indústria de cosméticos.

“Cosméticos não são produtos essenciais para a vida e para a saúde humana. Portanto, nestas situações, não há nenhuma justificativa para tolerarmos o sofrimento de milhares de animais todos os anos”, argumentou.

Com o PL 2905/2011 Roberto de Lucena tenta proibir o uso de animais em pesquisas para a produção de cosméticos, perfumes, produtos para higiene pessoal, para limpeza doméstica, para lavagem de roupas, de suprimento de escritório e de protetores solares.

Esse projeto foi apensado ao PL 6352/2009 do deputado Márcio França e já está na Mesa Diretora, pronto para ir à votação.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Gospel Prime

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