Rogério Schietti futuro ministro do STJ

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O Ministério Público do DF saiu recentemente de uma crise por conta do envolvimento de dois promotores em escândalo nacional. Nesse contexto, o que significa a nomeação de um integrante da instituição para vaga de ministro do STJ?
Tenho consciência de que a conquista não é só minha. É dos amigos e parentes que estiveram ao meu lado nessa caminhada e de todo o MPDFT, que vive um momento muito bom. O episódio citado foi singular na história de excelentes serviços prestados pelo MPDFT à sociedade brasiliense e, passada a turbulência, acredito que esse trauma nos tenha amadurecido como instituição e como agentes do Estado. E talvez minha nomeação para o Tribunal da Cidadania represente esse novo momento de reconhecimento.

É difícil para quem passou toda a vida profissional acusando, de repente, virar julgador?
De um certo modo, o promotor de Justiça também julga. Para provocar o início de um processo, arquivar uma investigação, pedir a condenação de um réu ou para recorrer, é preciso fazer um julgamento. A diferença é que, embora o Ministério Público também deva ter um compromisso com a verdade e com a justiça do caso concreto, ele representa interesses que quase sempre se contrapõem aos do acusado. Além disso, a palavra decisiva é do juiz.  Leia mais

Fonte: Correio Braziliense – Coluna Eixo Capital

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