RORIZ NO PARANOÁ

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Por onde a Caravana da Esperança tem passado, ela tem levado à população do Distrito Federal a sua proposta de filiação da forma mais clara possível. E não é à toa que a quantidade de adesões têm surpreendido os dirigentes do Partido Social Cristão (PSC) pelo crescimento de filiações. Neste sábado (21), não foi diferente no Paranoá, especialmente, porque contou, mais uma vez, com a presença do presidente de honra da legenda, o ex-governador Joaquim Roriz. Mesmo antes da cúpula do partido fazer o pedido oficialmente, centenas de pessoas chegaram mais cedo para assinar a ficha de inscrição.
O presidente da sigla, Valério Neves, a vice Mariane Vicentine, o distrital Junior Brunelli (PSC) e os presidentes dos partidos PTdoB, o Paco, do PRTB, o Caio Donato, e do PSDC, Silvana Siqueira, estavam lá, de mãos dadas, para convidar a população a fazer do PSC o maior partido do Distrito Federal.
Valério Neves dirigiu-se ao povo, onde havia mais de 3 mil pessoas, para dizer que o grupo estava ali para levar esperança à cidade. E citou os nomes daqueles que podem fazer a diferença. “Estamos aqui com a Silvana [Siqueira], a Celina [Leão], o Roriz – nosso orgulho, a Mariane que esteve excelente no programa nacional do PSC”, exemplificou. Mas ele também lembrou que estar naquela cidade trouxe muitas lembranças. “Até hoje Roriz responde um processo na justiça por ter arrancado uns eucaliptos para abrigar as pessoas que não tinham moradia e lhes dar dignidade”, relembrou. Valério também lembrou de outro processo a que o ex-governador responde por conta da implantação do hospital da cidade. “Tudo isso é para explicar que a vinda de Roriz para esse partido tem tudo a ver com ele e com nosso lema: o ser humano em primeiro lugar”.
A cada frase de Valério ele era interrompido pelo povo que bradava: “Roriz vai mudar! Roriz vai cuidar!” e “Volta Roriz, pro povo ser feliz!”. Com tanto incentivo por parte da população, Valério finalizou : “vamos rumo à felicidade”, convocou.
A vice Mariane Vicentine veio para engrossar o coro daqueles que acreditam que o PSC pode e vai crescer. “Reconhecemos esse trabalho, e o apoio de outros partidos como o do Paco [PtdoB], do Caio [PRTB], mas tenho de destacar que nosso maior líder é o único homem que governou um estado brasileiro por mais tempo. Ele é a nossa liderança, não só pela amizade como pelo respeito e admiração que temos por ele. É ele quem defende a família, o direito do próximo… Por tudo isso, estamos juntos e vim fazer o convite com o partido. Convido a vocês que se filiem”, disse Mariane referindo-se ao ex-governador Joaquim Roriz, e recebendo os aplausos dos presentes.
O deputado distrital Brunelli começou testando a memória das pessoas perguntando qual era o número do PSC. O povo, em coro, gritou “20”. A partir daí ele deu explicações. “Esse número tem uma proposta para esta cidade, e chegando ao poder, o PSC quer mudar a situação que hoje vemos aqui. Vi mães chorando porque seus filhos morreram por conta das drogas, e outras por conta de balas perdidas. Isso não pode continuar e nós queremos fazer a diferença”, prevê Brunelli.
O distrital destacou que a mudança que a população quer pode ser conquistada se tiver novos governantes. “Nós temos um grande presidente de honra que já foi testado no governo, não é aventureiro, e tem Deus no coração”, finalizou.
Em seguida foi a vez de Roriz que pediu desculpas por sua emoção. “Voltei ao Paranoá, hoje, cidade que tanto amo, e considero como minha filha. Por consequência amo seu povo. É natural sentir essa emoção por conta da saudade. A primeira vez que estive aqui, essa cidade era uma favela que se chamava Paranoá. E quando vi isso, tomei a decisão, a mais importante da minha vida pública que foi de remover não só essa, mas as 64 favelas que existiam no Distrito Federal, e devolver a cidade da qual me orgulho ao povo. Fiz isso sob a inspiração do Divino Espírito Santo”, disse Roriz para explicar o impulso que teve anos atrás. Ele também lembrou dos processos que ainda pesam sobre ele, citados por Valério Neves, mas sem sentir arrependimento do que fez, já que foi em prol da população carente. “Quando volto aqui e ouço um ‘que Deus lhe pague’ porque foi o senhor quem me deu um endereço é gratificante”, afirma o ex-governador.
Roriz disse que foi por essa e outras coisas que voltou à cidade. “Voltei cheio de saúde, de vigor e energia. Entretanto quero dizer que para fazer do PSC o partido mais forte do Distrito Federal é preciso que vocês se filiem. Eu não vim aqui fazer um comício porque respeito as leis, mas vim pedir que vocês se filiem ao PSC. Isso eu posso fazer. E que Deus nos ilumine a todos”, finalizou ele sob os protestos de “Volta Roriz, é o povo quem diz!”.
Quem atendeu prontamente o pedido de Roriz foi o aposentado Sabino da Silva Barros, 77 anos, que mora há 25 anos no Paranoá, e reside na Quadra 30. “Fui um dos primeiros a me filiar ao PSC hoje. E olhe que nunca eu havia me filiado a partido algum. Faço isso pela proposta do PSC e pelo Roriz, porque acredito nele. Enquanto eu viver vou votar nele como fiz a vida inteira”, disse o pioneiro. “Espero que ele volte a governar o Distrito Federal, porque se ele já fez muita coisa boa, ele pode fazer muito mais”, disse o aposentado enxugando as lágrimas.
A dona de casa Francisca Leôncio, 70 anos, residente na Quadra 25, disse que mora no Paranoá há 15 anos. “Com esse convite do Roriz quero ajudar o PSC a crescer. Já me filiei. Porque foi ele quem deu o pão e leite para eu criar meus filhos que hoje já estão adultos. Mas nesse governo cortaram a minha cesta básica, a que eu tenho direito, porque sou idosa”, reclamou Francisca.
Esta foi a sétima Caravana da Esperança realizada pelo PSC. Ela já esteve em Brazlândia, Planaltina e Arapoanga (simultâneamente), Itapoã, Samambaia, Santa Maria e, neste sábado, esteve no Paranoá. No próximo sábado (28), ela estará no Recanto das Emas.

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