SANGRANDO, SANGRANDO

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Conheço Leonardo Prudente há muito tempo. Assim que veio a público o vídeo do dinheiro nas meias, mandei um recado técnico para ele, para que renunciasse à Presidência da Câmara Legislativa e ao próprio mandato de deputado distrital.

Leonardo havia acabado politicamente, mas aconselhado por advogados decidiu permanecer sangrando em praça pública, até ficar como está hoje, sem poder sair às ruas.

Vi o mesmo acontecer com Paulo Octávio, a quem não mandei conselho algum. Apenas acompanhei a hemorragia, até vê-lo ficar praticamente igual a Prudente – mesmo sem vídeo de dinheiro nas meias.

Eurides Brito, tendo acompanhado os dois casos anteriores de linchamento político, cometeu os mesmos erros – ao quadrado. E permanece como alma errante da política de Brasília, sem ninguém poder dizer que, realmente, já morreu politicamente.

Vejo o mesmo acontecer com o procurador geral de Justiça do DF, Leonardo Bandarra. Está errando da mesma forma e a cada momento se complica mais. Devia renunciar ao cargo. Para manter-se na carreira, precisava tirar uma licença sem vencimentos, quando poderá dedicar-se à própria defesa.

Hoje, Bandarra é o principal exemplo de sangramento em praça pública, sem ouvir conselhos de ninguém (espero que leia esse BLOG). A síntese é: quando acaba, já havia acabado muito antes.

Fonte: Blog do Riella

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