TCDF NÃO CITOU RORIZ EM PALESTRA

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Os cinco auditores do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) assinaram ofício ao presidente do tribunal, Manoel Andrade, desmentindo categoricamente que tenham afirmado que “a farra dos contratos de informática começou com Roriz”, como afirmou a manchete do jornal Correio Braziliense, em sua edição do dia 29 de maio passado. “Esse documento demonstra, cabalmente, que não sou o responsável pelo ocorreu, como foi apontado pelo jornal”, diz o ex-governador Roriz.

O ex-governador Joaquim Roriz pediu oficialmente à presidência do TCDF informações sobre eventuais condenações ou afirmações de que ele seria o responsável pelo começo das irregularidades nos contratos do ICS e da Codeplan. A resposta foi negativa. Nem o TCDF nem os seus auditores o responsabilizam pelas supostas irregularidades nos contratos e nem o citaram na palestra interna do órgão administrativo.

“Não houve citação nominal ao senhor ex-governador Joaquim Roriz, limitando-se (os auditores) a apresentar fatos atinentes ao período citado” diz o texto do ofício assinado pelos auditores José Barbosa dos Reis, Agnaldo Moreira Marques, Jorge Luiz Pessoa Faria, Sônia Maria Santos Castro e Luiz Genédio Mendes Jorge.

Os auditores lembram no ofício que realizaram uma palestra no XVI Seminário de Atualização de Normas e Procedimentos de Controle Externo em que foram divulgados “informações constantes nos Relatórios Analíticos sobre as Contas de Governo a partir de 1997” (leia a íntegra anexada).

Ou seja, trata-se de um estudo técnico que aponta ações do TCDF indicando irregularidades nos contratos do Governo do Distrito Federal com o ICS e Codeplan desde o governo Cristovam Buarque em 1997 até o governo Arruda em 2009. Inclusive o documento dos auditores cita que os contratos do ICS com a Codeplan receberam o aval da Justiça, portanto legais.

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