O entendimento é quase um só: a situação de Sandra Faraj (SD) se complica – e muito! – na Câmara Legislativa. Quem vai ter coragem de se posicionar a favor da investigada pelo Ministério Público por supostamente cobrar dízimo de um terço do salário dos servidores comissionados? O prazo para que o corregedor Juarezão (PSB) apresente o parecer no processo de cassação que corre contra ela termina no dia 11 de maio.
O MP reitera, na nota que informa da Operação Heméra, que, além dos crimes apontados pelos promotores e que motivaram as buscas e apreensões de ontem, “Sandra Faraj é suspeita de fraudar notas fiscais e assinaturas para recebimento de reembolso no valor de R$ 150 mil junto à CLDF referentes à prestação de serviços de publicidade e informática, mas que não foram pagos pela parlamentar à empresa Netpub Ltda”. Justamente o foco da investigação que tramita na Casa.
Fonte: Do Alto da Torre/Jornal de Brasília





