No desgoverno do socialista Rodrigo Rollemberg (PSB), um dos problemas detectados foi a presença do burocrata amigo (ou técnico) na Casa Civil, Sérgio Sampaio. Não deu certo, porque o titular desta Secretaria requer perfil político e não técnico, para dar agilidade ao Governo.

E a nomeação do coronel da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso, Eumar Roberto Novacki, para assumir a Secretaria da Casa Civil do DF, reflete a inabilidade política do novo governo. Novacki atuou como secretário-chefe da Casa Civil, trabalhou na coordenação técnica e política na gestão de Blairo Maggi e esteve como secretário de Estado de Comunicação e chefe de gabinete do governador. Antes de assumir a Casa Civil do DF, Novacki ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. É preciso lembrar que o estado do Mato Grosso está falido!
Mas para constatar o que digo, basta dar uma olhada nas últimas derrapadas do Buriti, principalmente no tocante às nomeações de conhecidas figuras condenadas por improbidade administrativa ou réus por corrupção, falta de agenda com lideranças da cidade e a relação estremecida com a Câmara Legislativa do DF.
A Casa Civil precisa ter alguém com experiência política comprovada na cidade para que o governador Ibaneis possa trabalhar livre, leve e solto pela cidade, sem ter que voltar atrás em suas ações. Definitivamente o lugar de Novacki não é na Casa Civil do DF. Fica a dica para o governador Ibaneis acertar, porque não se pode permanecer no erro. Governo que começa certo, tende a dar certo.






Esse ai tá bom. Pelo menos tem alguma experiência. Pior é a nova estrutura do Detran, que muda governo e passa anos e o cidadão assiste as mesmas reportagens. Será que não vai aparecer um gestor de verdade? Aquele que apresente um projeto de modernização, de forma a fortalecer a prestação dos serviços.
Vivemos o caos enquanto reles cidadãos que somos, num Estado totalmente desamparado. E aí este mesmo Estado deveria ser nutrido por pessoas que tenham o compromisso com a coisa publica para honestidade, transparência, etc. Ao invés de ser cabide de emprego de candidato derrotado ou base de oportunistas.