O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) deu 10 dias para que a Secretaria de Educação do DF apresente esclarecimentos sobre a denúncia de irregularidades em pregão eletrônico para contratação de vigilantes. Essa história ainda vai render forte dor de cabeça ao Buriti.
A Brasfort, empresa da família do deputado distrital Robério Negreiros, entrou com representação no TCDF em que aponta suposto direcionamento do lote 02 do Pregão Eletrônico nº 09/2021, que trata da contratação de serviço de vigilância para 281 escolas e sete coordenações regionais.
Segundo a Brasfort, a concorrente convocada, a Confederal (cujo ex-proprietário é o ex-senador Eunício Oliveira, do MDB), apresentou proposta de R$ 110,1 milhões. Se levar em conta o prazo do contrato, de cinco anos, a diferença entre os valores das empresas é de R$ 6 milhões.
Por quê, historicamente falando, empresas prestadoras de serviços ligadas a políticos costumam ganhar contratos milionários no DF?
A Confederal, que atua no setor de vigilância, segurança pessoal e privada, além de transporte de valores, processamento de numerário e escolta armada, foi vendida em 2018 para o Grupo Prosegur, e o valor ficou na casa dos US$ 150 milhões.





