CAIXA DE PANDORA: ACHADOS E SUSPEITAS

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governador José Roberto Arruda: acabou-se o que era doce...

O que a PF descobriu

O material apreendido na operação Caixa de Pandora

  O ACHADO: R$ 33 mil em espécie, carteira da CBF e agenda 2007 encontrados na casa de Fábio Simão, ex-chefe de gabinete de Arruda, com anotações de nomes e valores
A SUSPEITA: a agenda registraria pagamentos feitos por Simão. Há um registro da cifra “R$ 17.700” ao lado do nome “Arruda”
O ACHADO: um papel intitulado “sugestão do grupo especial, encarregado de controlar as nomeações no GDF”, apreendido na casa de Domingos Lamoglia, ex-chefe de gabinete de Arruda
A SUSPEITA: o documento servia de orientação no loteamento de mais de 3.400 cargos comissionados no governo do DF para manter a base de apoio ao governador Arruda
  O ACHADO: um livro–caixa com a inscrição na capa “contas correntes”, encontrado na casa de Lamoglia. Há siglas e abreviaturas relacionadas a números
A SUSPEITA: O livro mostraria pagamentos a políticos
  O ACHADO: seis folhas avulsas recolhidas na casa de Domingos Lamoglia com nomes, siglas e valores
A SUSPEITA: as folhas registrariam pagamentos. Existe a anotação “Severo”, relacionada ao número 450. O delator Durval Barbosa diz que Arruda comprou o haras Sparta em nome de Severo de Araújo Dias
  O ACHADO: folhas avulsas recolhidas na casa de Lamoglia, com nomes e valores
A SUSPEITA: consta a anotação “fraterna=100”. Durval Barbosa diz que propinas foram usadas para financiar o Instituto Fraterna, ONG dirigida por Flávia Arruda, primeira-dama do Distrito Federal

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