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    Promessa de político. Buritizáveis dizem qual presente dariam ao DF

    Os 14 postulantes ao Palácio do Buriti expressaram desejos de “amor”, “esperança” e “comando”, entre outros

    Editoria de Arte/Metrópoles
    EDITORIA DE ARTE/METRÓPOLES
    Isadora Teixeira
    Manoela Alcântara

    No dia do aniversário de 58 anos de Brasília, o que a cidade merece de presente? Se o cidadão pudesse escolher, qual seria? Para um morador, pode parecer distante garantir, sozinho, benesses aos brasilienses como saúde, esperança, inclusão e até amor… Mas essas foram algumas das respostas de pessoas que não apenas sonham em assumir o Governo do Distrito Federal (GDF), mas já se lançaram como pré-candidatos às eleições de 2018.

    Metrópoles desafiou os 14 postulantes ao Palácio do Buriti a definirem, em uma palavra, a “lembrancinha” que escolheriam para o aniversário da capital do país, comemorado neste sábado (21/4). A resposta poderia ser justificada em até 280 caracteres – tamanho de um tuíte. Todos foram procurados pela reportagem, mesmo aqueles que pertencem ao mesmo grupo ou partido.

    Enquanto o governador e pré-candidato à reeleição Rodrigo Rollemberg (PSB) afirmou que seu presente para o Distrito Federal seria “amor”, outros pré-candidatos sugeriram “saúde”, “mudança”, “esperança”, “comando”, “perseverança”, “certeza”, “direitos” e “cuidado”.O atual chefe do Executivo defendeu generosidade e solidariedade. A oposição, no entanto, aproveitou a oportunidade para alfinetar a atual gestão.

    Confira o presente de cada um:

     

    O ex-secretário de Saúde do DF Jofran Frejat (PR) e o presidente do diretório regional do PRB-DF, Wanderley Tavares, disseram que presenteariam Brasília com “esperança”. O professor da Universidade de Brasília (UnB) Volnei Garrafa (PCdoB) compartilhou da mesma ideia.

    Pré-candidato registrado no PT, o economista e bancário aposentado Afonso Magalhães ofereceria “inclusão” à capital da República. Ex-chefe da Casa Militar do DF, o coronel Rogério Leão (PCdoB) concederia “perseverança”. O general Paulo Chagas (PRP) daria aos brasilienses “certeza”.

    Enquanto a ex-senadora Emilia Fernandes (PCdoB) presentearia Brasília com “direitos”, o presidente da Câmara Legislativa (CLDF), Joe Valle (PDT), aposta em “cuidado”.

    Acentuando a bandeira a qual dedicou sua vida profissional, a ex-diretora da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB) Maria Fátima de Sousa (PSol) afirmou que ofertaria “saúde”. Esse também foi o presente escolhido pelo deputado distrital Chico Leite (Rede).

    Críticas
    O ex-deputado distrital Alírio Neto (PTB) foi mais afiado: ele daria  “comando” para Brasília, pois, conforme justificativa, a cidade está “desgovernada”. Aliado de Alírio, o deputado federal e presidente do PSDB-DF, Izalci Lucas, engrossou o coro por melhoria na chefia do DF. Para ele, o presente ideal seria “mudança”.

    Assumindo posição como outsider, o conselheiro e herdeiro da rede Giraffas, Alexandre Guerra (Novo), daria “renovação” para Brasília.

    Se algum deles conquistar a cadeira principal do Palácio do Buriti, pode ter a oportunidade de agradar a cidade com os mimos citados ou de decepcionar no presente. Vai depender da atuação ao longo dos quatro anos à frente do DF.

     

     

     

    Fonte: Metrópoles

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