O advogado conhecido por derrubar presidentes de partidos políticos, sofreu um duro golpe protagonizado pela justiça, que o destituiu para o retorno de Leonardo Avalanche
A retomada ocorre após o partido ter sido alvo de uma ação criminosa em julho de 2025, quando uma quadrilha tentou tomar o controle da legenda por meio de fraudes documentais.
O pilar central da decisão judicial foi o trabalho da Polícia Federal, que, através de uma perícia grafotécnica rigorosa, comprovou que as assinaturas utilizadas para registrar a falsa nova diretoria no cartório foram falsificadas.
O laudo pericial (nº 8117/2026 – SETEC/SR/PF/DF) confirmou que os documentos apresentados para eleger Amauri Pinho eram fraudulentos.
Além da falsificação, o inquérito policial (IPL 2025.0097003) investiga outros crimes graves cometidos pelo grupo, como a coação e ameaça contra os membros do antigo diretório, que haviam sido destituídos de forma ilegítima para que a quadrilha pudesse alterar a composição partidária no sistema do TSE.
Investigação sobre o cartório e modus operandi
A justiça agora investiga as circunstâncias que levaram o Cartório do 1º Ofício de Brasília (Cartório Marcelo Rivas) a aceitar e registrar documentos com indícios tão claros de fraude.

Leonardo Avalanche reforçou que o grupo encabeçado por Amauri Pinho já responde a outros processos por utilizar este mesmo modus operandi — o sequestro fraudulento de partidos políticos para ganhos ilícitos e desconhecidos.
A expectativa agora é que a Polícia Federal (PF) finalize o trabalho para prender os envolvidos, incluindo advogados que participaram do esquema e que devem enfrentar processos para a cassação de seus registros na OAB.
Amauri Pinho deverá ser preso a qualquer momento.





