No desgoverno Lula (PT), a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) assistiu uma enxurrada de montadoras chineses ingressarem no país com “vantagens”.
Neste ano, no mês de janeiro, centrais sindicais e sindicatos de metalúrgicos de diferentes regiões do país, incluindo CUT, Força Sindical e CTB, intensificaram a pressão sobre o governo federal para a não renovação das cotas de isenção do Imposto de Importação para veículos desmontados (CKD) e semidesmontados (SKD). A mobilização foi anunciada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), que defendeu o encerramento definitivo do benefício.
A isenção, que beneficiava montadoras de elétricos e híbridos (especialmente chinesas como BYD e GWM) que montavam kits SKD/CKD no Brasil, encerrou-se.
Desde 1º de fevereiro de 2026, as peças importadas para SKD e CKD voltaram a ser tributadas, seguindo o cronograma tarifário estabelecido para a retomada do Imposto de Importação.
A medida não foi renovada após pressões da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), que alegou que a isenção prejudicava a produção nacional e a cadeia de autopeças local.
Mais uma vez a Anfavea corajosamente defendeu a indústria automotiva brasileira.





