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    COOPERCAM ACIONA A JUSTIÇA CONTRA RICARDO CAPPELLI POR FAKE NEWS E DANOS MORAIS

    Cappelli presidiu a União Nacional dos Estudantes, entre 1997 e 1999 e articulou a vinda do então ditador cubano Fidel Castro ao Brasil. Na ocasião, em 1999, o ditador discursou em um congresso da UNE em Belo Horizonte, Minas Gerais.

    Com a vitória de Lula, Cappelli foi nomeado secretário-executivo do Ministério da Justiça, depois virou interventor após as manifestações de 8/1 e atualmente é presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e pré-candidato a governador pelo PSB no DF. Mas Cappelli já acumula polêmicas e denúncias por suas falas e atitudes.

    Nesta segunda-feira (29), por exemplo,  a COOPERATIVA DOS CAMINHONEIROS AUTÔNOMOS DE CARGAS E PASSAGEIROS EM GERAL LTDA – COOPERCAM ingressou na Justiça com uma ação de Indenização por Danos Morais contra Ricardo Cappelli, “paraquedista” que acha que fez algo extraordinário pela população do Distrito Federal.

    No dia 26 de setembro de 2025, Cappelli publicou em seu perfil do Instagram (@cappelli.ricardo) um vídeo no qual atribuiu à COOPERCAM a participação em esquema criminoso e condutas antiéticas supostamente dirigidas “contra caminhoneiros do Distrito Federal”. O conteúdo foi divulgado com linguagem sensacionalista e acusatória, sem qualquer suporte probatório.

    Agora réu, no vídeo Cappelli  tenta criar um vínculo partidário entre a Cooperativa e a vice-governadora Celina Leão, alegando que a cooperativa seria de um ex-deputado, um afilhado político da vice-governadora Celina Leão, sem qualquer prova de corroboração sobre os fatos.

    Nesse ponto, ressalta-se que o partido da vice-governadora, Progressistas (PP), possui milhares de filiados no DF. Constata-se, assim, que a única finalidade de Cappelli consistia em atribuir crimes a cooperativa é em razão de mera divergência política que possui com a vice-governadora.

    Depreende-se do vídeo que o réu acusa Celina Leão e a cooperativa de participarem de esquema criminoso para não pagar os caminhoneiros cooperados, vejamos trechos proferidos pelo réu no vídeo:

    “Eu vou revelar pra vocês agora um esquemão que atua contra os caminhoneiros do Distrito Federal.”

    “Todos esses caminhões são contratados através de uma cooperativa chamada Coopercam.”

    “Ele recebe dinheiro do GDF e não paga os caminhoneiros.”
    “Ele ameaça os caminhoneiros.”
    “O afilhado de Celina Leão esconde os contratos dos cooperados.”

    As afirmações de Cappelli são manifestamente inverídicas.

    No caso, a COOPERCAM é uma cooperativa regularmente constituída e auditada, com histórico de contratos públicos e privados firmados com observância de regras legais e estatutárias.

    Inicialmente, cumpre destacar que a COOPERCAM é uma Cooperativa de Trabalho, modalidade que congrega profissionais que se associam de forma livre e voluntária, com a finalidade de oferecer seus serviços ao mercado em proveito comum, visando melhores condições de renda, qualificação profissional e dignidade no trabalho.

    Trata-se de uma forma de associação de pessoas, com natureza civil, não sujeita a falência, que se distingue das sociedades empresárias exatamente por não ter como objetivo o lucro, mas sim a obtenção de sobras líquidas a serem repartidas entre os cooperados, de acordo com a sua participação nas atividades, conforme disciplinado na Lei no 5.764/71 (Estatuto do Cooperativismo).

    A COOPERCAM, como cooperativa, organiza e presta suporte operacional, contábil e fiscal aos seus associados, para que estes possam fornecer seus veículos e mão de obra especializada na prestação de serviços a terceiros. Neste contexto os veículos e equipamentos utilizados, alocados nos contratos, são de propriedade dos próprios cooperados.

    Todavia, embora os cooperados venham cumprindo fielmente a execução do objeto contratual, com a entrega regular de toda a documentação exigida, diversas notas fiscais deixam de ser adimplidas dentro do prazo estabelecido, conforme relatado na denúncia, porque a NOVACAP não está efetuando o pagamento das notas fiscais no prazo contratual, e a COOPERCAM não dispõe de recursos próprios para antecipar valores aos cooperados, justamente por não ser uma sociedade empresária com fins lucrativos, mas uma cooperativa que apenas administra os contratos e redistribui os valores recebidos entre os associados de acordo com os serviços executados por cada um.

    Portanto, a difusão de informação falsa (fake news) de que a Cooperativa “recebe dinheiro do GDF e não paga os caminhoneiros”, que “ameaça caminhoneiros” e que integra “esquemão” de “compra de votos” imputa crimes e ilícitos graves à Cooperativa, atingindo diretamente a sua honra objetiva e sua reputação perante o mercado, o Poder Público, os cooperados, fornecedores e a sociedade.

    Cappelli é considerado “paraquedista” na política do Distrito Federal e por não conhecer a cidade, sai falando besteiras a rodo criando factoides para tentar se promover, uma vez que sonha ser governador do DF. Cappelli desconhece a história da Coopercam e do homem sério que é o ex-deputado Valdelino Barcelos, que sempre lutou pelos cooperados, além de desconhecer a história de luta, perseverança e trajetória política da vice-governadora Celina Leão.

    Cappelli não sabe nem como chegar sozinho ao setor P norte de Ceilândia (sem GPS), além de desconhecer a história política do Distrito Federal desde sua origem. Cappelli finge conhecer a cidade, mas não passa de um “assessor acidental” ainda intoxicado por cinco minutos de fama.

    Por outro lado, a população está atenta aos devaneios de Cappelli, que tem gordo salário no Governo Federal e tempo de sobra para regurgitar inverdades sobre a cidade e as autoridades que foram eleitas de forma legítima, ainda no primeiro turno das eleições de 2022 (Ibaneis Rocha e Celina Leão).

    Agora Cappelli é réu. Começou muito mal e dificilmente sua aventura política terá sequência, pois até mesmo dentro do PT-DF, a oposição ao nome de Cappelli – que está filiado ao PSB – é gigante!

    O fato é que o eleitor brasiliense evoluiu, é lúcido, atento e não aceita mais aventureiros no poder. Os três governos esquerdistas  Cristovam (PT), Agnelo (PT) e Rollemberg (PSB) foram um caos para o DF, com gastança sem fim, projetos sem nexo e muita denúncia de corrupção e mau uso do dinheiro público.

    Se tivesse bom senso, Cappelli deveria tentar ser candidato a deputado estadual no Maranhão.

     

     

     

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    Deve ler

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