Arruda, Agnelo e Filippelli: Três políticos do DF em apuros na Lava Jato

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Alguns políticos brasilienses comemoraram muito o ano de 2019. Afinal de contas, conseguiram terminá-lo sem serem condenados ou presos.

Os ex-governadores José Roberto Arruda (ex-DEM), Agnelo Queiroz  (PT) e o ex-vice-governador Nelson Tadeu Filippelli (MDB), réus na Operação Panatenaico que investiga desvios de dinheiro público na construção do Estádio Nacional, curtiram bastante o término de 2019.

Os réus, de acordo com a PF, cometeram crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa, corrupção ativa e passiva e fraude em licitação. Para a Polícia Federal, o ex-governador José Roberto Arruda (PR) é o “mentor de toda a fraude licitatória” envolvendo o estádio nacional Mané Garrincha.

Já em 2020, os três políticos decadentes torcem para que o judiciário continue lento para que não sejam condenados nem presos.

A Panatenaico foi deflagrada em maio de 2017, com o objetivo de apurar irregularidades na reforma do Estádio Mané Garrincha.

Confira a lista dos denunciados:

Agnelo Queiroz – Ex-governador do DF
Tadeu Filippelli – Ex-vice-governador do DF
José Roberto Arruda – Ex-governador do DF
Maruska Lima de Sousa Holanda – Ex-diretora de Edificações da Novacap e ex-presidente da Terracap
Nilson Martorelli – Ex-presidente da Novacap
Fernando Queiroz – Proprietário da Via Engenharia
Jorge Luiz Salomão – Operador de Agnelo
Sérgio Lúcio Silva de Andrade – Operador de Arruda
Afrânio Roberto de Souza Filho – Operador de Filippelli
Luiz Carlos Alcoforado – Ex-advogado de Agnelo, teria recebido propina destinada ao petista
Wellington Medeiros – Ex-desembargador e advogado, teria recebido propina para Arruda
Alberto Nolli Teixeira: era diretor de Construção da Via Engenharia, engenheiro, casado e morador do Setor Sudoeste, é apontado como um dos pagadores de propina em nome da empreiteira

Já em 2020, os três políticos decadentes torcem para que o judiciário continue lento para que não sejam condenados nem presos.

Entretanto, do outro lado, segundo informações, integrantes  da Lava Jato torcem para que 2020 seja o ano da limpeza geral para acabar de vez com a farra, ganância e soberba de políticos ávidos por dinheiro fácil e que ainda fingem viver do salário que ganham, apesar da boa vida que vivem.

Orçada em R$ 600 milhões, a arena brasiliense custou mais de R$ 1,6 bilhão. A estimativa de desvio na obra é de R$ 900 milhões. A operação é decorrência das delações de ex-executivos da Construtora Andrade Gutierrez.

 

1 COMENTÁRIO

  1. E CADEIA DE CABO A RABO, BANDO DE LARAPIOS DO DF. E O PIOR E QUEM SOFRE E A POPULAÇÃO DO DF QUE NÃO TEM NADA A VER COM ISSO, POR UMA OBRA OU MELHOR UM ELEFANTE BRANCO, INUTIL POR TIMES AMADORES…

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