Cláudio Abrantes denuncia a Seppir caso de intolerância religiosa

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O deputado Cláudio Abrantes reuniu-se na manhã dessa quarta-feira (24) com o ouvidor Nacional da Secretaria de Igualdade Racial da Presidência da República, Carlos Alberto de Souza e Silva Junior e com secretária de Políticas para Comunidades Tradicionais, Silvany Euclenio Silva da mesma pasta.

Cláudio Abrantes denunciou à Seppir o caso de intolerância religiosa e preconceito racial de que foi vítima. Por meio de panfletos apócrifos distribuídos em Planaltina e divulgados em redes sociais, o parlamentar foi “acusado” de relações satânicas, em razão de seu apoio a segmentos religiosos de matriz africana.

O ouvidor Carlos Alberto Silva relatou que há outros casos semelhantes no país. Segundo ele, recentemente a cantora Leci Brandão, que também é deputada estadual em São Paulo (PCdob) sofreu ataque semelhante.

Carlos Alberto sugeriu a Cláudio Abrantes que mova uma ação eleitoral e outra civil para apurar e responsabilizar o autor ou autores pelo ato. No entender do ouvidor, a ação penal é importante mas insuficiente para dar conta da dimensão do assunto.

Cláudio Abrantes disse que vai acatar as sugestões do ouvidor. O parlamentar relatou ainda sobre a iniciativa da Polícia Civil do DF que está se preparando para inaugurar uma unidade especialidade em crimes raciais.

A proposta surgiu após audiência sobre o tema injúria racial promovida por Cláudio Abrantes na Câmara Legislativa.
Ao fim da reunião, a secretária Silvany Silva passou às mãos do distrital um documento sobre políticas para as comunidades tradicionais, o que inclui os segmentos de matriz africana.

Silvany Silva defendeu que a defesa dos núcleos de matriz africana deve ser feita em relação à contribuição que dão social e culturalmente em suas localidades.

Para ela, a questão do sagrado deve ser reservada por causa do conceito de separação entre Estado e Igreja.

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