Mais um ano de vida, que deveria ser celebrado em família, mas neste ano, pela primeira vez, ele está longe. E não por escolha. Está longe por imposição. Por uma perseguição que se disfarça de legalidade, mas que carrega todas as marcas da injustiça, sempre tendo dois pesos e duas medidas.
– Vivemos tempos em que estar ao lado da própria família se tornou um risco. Em que expressar opiniões, defender valores e manter-se firme em suas convicções passou a ter um custo pessoal altíssimo – não apenas político, mas humano. Eduardo não é um fugitivo. Não é um criminoso. É um filho, um pai, um irmão, um parlamentar eleito por milhões de brasileiros, obrigado a viver distante dos que mais ama, porque ousou estar do lado errado da narrativa imposta pelos poderosos de ocasião.
– Hoje, ao lembrar do dia em que ele nasceu, sinto novamente a mesma emoção de quando o segurei nos braços pela primeira vez. A responsabilidade. A esperança. A fé no futuro. E é essa fé que, mesmo diante da distância, da dor e da saudade, nos mantém de pé.
– Querem nos calar. Querem nos separar. Querem nos aniquilar. Mas ainda não conseguiram proibir o amor de pai. Ainda não podem impedir uma oração feita com o coração cheio de saudade. Ainda não têm o poder de extinguir os laços que nos unem pelo sangue, pela história e pela verdade.
– Parabéns, meu filho, Eduardo Bolsonaro .
Você é motivo de orgulho, mesmo sob ataque. Mesmo sob exílio forçado. Que Deus te proteja, te fortaleça e nos permita, em breve, estarmos juntos novamente – livres e em paz.
Jair Messias Bolsonaro

