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    Já foi tarde… Secretário deixa cargo após Ibaneis sancionar lei para vítimas do comunismo

    É surreal assistir esquerdistas brasileiros defendendo  com unhas e dentes o comunismo enquanto vivem o capitalismo

    Eles fazem questão de exaltar o sistema comunista criado por homens covardes, preguiçosos e amantes da luxúria e do álcool.  O comunismo gosta de dinheiro e poder, enquanto mantém as “rédeas” do povo para controle absoluto (como ocorre na Venezuela, China, Cuba e Coreia do Norte, por exemplo).

    Na semana passada, com uma passagem pífia no Governo, o  chefe da Assessoria de Assuntos Institucionais do DF, Bartolomeu Rodrigues, pediu demissão do cargo logo após o governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionar lei que cria o Dia em Memória das Vítimas do Comunismo.

    O texto, de autoria do deputado distrital Thiago Manzoni (PL), define o dia 4 de junho como a data de celebração. O parlamentar justificou na proposta que a criação de uma data anual destinada a “gerar reflexão na sociedade do Distrito Federal por todas as mortes causadas por regimes baseados nessa ideologia” garante que o Brasil não seja “alcançado por esse mal”.

    O agora ex-secretário  Bartolomeu chama a lei de “abjecta” e fala em “tentativa de revisionismo que nega nossa história”… Mas que história mesmo? A versão criada pelos comunas ou os relatos históricos dos efeitos catastróficos e desumanos causados pelo sistema comunista? É fácil ser comunista num país livre. Quero ver ser livre em um país comunista.

    Ibaneis está correto ao lembrar das vítimas do comunismo, cujo sistema não deu certo em nenhum lugar do mundo (a não ser enriquecer seus líderes e familiares), e “Bartô” está errado ao defender o comunismo, que já matou mais de 100 milhões de pessoas no mundo.

    Bartô deveria ler o livro que conta as atrocidades cometidas pelo comunismo. Veja a sugestão abaixo:

    LIVRO REVELADOR SOBRE O COMUNISMO

    por Stéphane Courtois (Autor), Nicolas Werth (Autor), Jean-Louis Panné (Autor), Andrzej Paczkowski (Autor)

    O Livro Negro do Comunismo  traz a público o saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, expurgos assassinos liquidando o menor esboço de oposição, fome e miséria que dizimaram indistintamente milhões de pessoas, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança.

    Os autores, historiadores que permanecem ou estiveram ligados à esquerda, não hesitam em usar a palavra genocídio, pois foram cerca de 100 milhões de mortos. Esse número assustador ultrapassa, por exemplo, o número de vítimas do nazismo e até mesmo o das duas guerras mundiais somadas. Genocídio, holocausto, por tanto, confirmado pelos vários relatos de sobreviventes e, principalmente, pelas revelações dos arquivos hoje acessíveis.

    O Livro Negro do Comunismo  não quer justificar nem encontrar causas para tais atrocidades. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos e teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de dar nome e voz às vítimas e a seus algozes. Vítimas ocultas por demasiado tempo sob a máquina de propaganda dos PCs espalhados pelo mundo. Algozes muitas vezes festejados e recebidos com toda a pompa pelas democracias ocidentais.

    Todos que de algum modo tomaram parte na aventura comunista neste século estão, doravante, obrigados a rever suas certezas e convicções.

    Encontra-se, assim, uma das principais virtudes deste livro: à luz dos fatos aqui revelados, o Terror Vermelho deve estar presente na consciência dos que ainda creem num futuro para o comunismo.

    Uma verdadeira mina de informações detalhadas que registra a perversidade de um sistema que sempre será violento pois não entende outro modo de se impor, especialmente em tempos de paz.

    Esta edição acompanha numerosos testemunhos, mapas dos “”Gulags”” e das deportações e ainda 32 páginas de fotografias. (Disponível na Amazon)

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    Deve ler

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