Junji lamenta morte de Eduardo Campos

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Segundo o deputado, ‘o Brasil perde uma grande liderança’ que deixa como legado ‘a competência, a decência e a sensibilidade na forma de fazer política’
O deputado federal Junji Abe (PSD-SP) tomou conhecimento da morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB), na manhã desta quarta-feira (13/08/14), pouco depois de iniciar a primeira de uma série de reuniões com lideranças agrícolas no interior paulista.
Lamentando “a tragédia que chocou o Pais”, o deputado lembrou-se do encontro casual que teve com Eduardo Campos, em julho do ano passado, no Centro de Eventos Brasil 21, em Brasília. O parlamentar tomava o café da manhã enquanto aguardava o horário da audiência que teria no Ministério das Cidades. A seguir, a manifestação de Junji:
“Foi uma tragédia que chocou o País. Como não há palavras para consolar familiares e amigos das vidas perdidas no acidente, falo um pouco do Eduardo Campos. Tive um encontro casual com ele em julho do ano passado, em Brasília, enquanto aguardava uma audiência no Ministério das Cidades. Na ocasião, ele não falou de candidatura. Como sempre, foi simples, carismático, bom de papo.
Conheço a família desde os tempos do avô dele, o ex-governador Miguel Arraes. Eles têm a política no sangue, como marca característica. O foco das ações da família Arraes sempre foi o combate às desigualdades sociais. O Nordeste foi império do coronelismo, estigma contra o qual o avô de Eduardo sempre lutou. O neto não foi diferente. Eduardo Campos fez de Pernambuco um estado em franco desenvolvimento. Não por menos, sempre conquistou as melhores avaliações nas pesquisas de opinião.
Sem dúvida, o Brasil perde uma grande liderança política e se banha num momento de muita tristeza. Até porque Eduardo Campos se vai às portas das eleições presidenciais nas quais ele concorria ao cargo máximo. Digo que ele deixa, como legado, a competência, a decência e a sensibilidade na forma de fazer política.”

foto feita em 10 de julho de 2013:

junjiAbe e Eduardo Campos
Junji e Eduardo Campos, num encontro casual em julho do ano passado, no Centro de Eventos Brasil 21, em Brasília

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