Por Chico Otavio

Maurício da Rocha Ribeiro, ex-procurador regional eleitoral do Rio O Globo / Marcelo Piu
Elas praticamente não tiveram voto, nem gastaram dinheiro na campanha eleitoral. Por isso, levantaram suspeitas. Análise feita pela Procuradoria Regional Eleitoral do Rio de Janeiro concluiu que, nas eleições de 2012, 1.429 candidatas às Câmaras Municipais, com votação irrelevante (até dez votos) e gastos inferiores a R$ 2 mil, atuaram como laranjas, apenas para que os partidos políticos cumprissem os 30% exigidos pela Lei Federal 12.034/2009 para cada sexo – na prática, o percentual mínimo de mulheres exigido nas chapas proporcionais. Leia mais





