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    “Na época da construção, ninguém criticava o estádio”, afirma Miragaya

    Candidato do PT ao Palácio do Buriti, o economista entrou em campo para defender a gestão de Agnelo Queiroz (PT)

    MICHAEL MELO/METRÓPOLES
    Isadora Teixeira
    Gabriella Furquim

    Em entrevista ao Metrópoles, nesta quinta-feira (27), o candidato do PT ao Governo do Distrito Federal, Júlio Miragaya, entrou em campo para defender a gestão do correligionário Agnelo Queiroz (PT). “As realizações dele foram ofuscadas pelo Estádio Nacional. Na época da construção, ninguém criticava. Virou alvo, virou elefante branco, depois do 7 a 1”, afirmou o economista.

    Na sabatina, Miragaya voltou a manifestar apoio ao ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e criticar Jair Bolsonaro (PSL). O postulante ao Buriti citou o conflito entre petistas e apoiadores do militar no último domingo (23/9), na Feira dos Importados, quando policiais militares precisaram interromper o bate-boca. “Intolerância, ódio e violência. É uma escalada que vemos”, afirmou sobre os defensores do presidenciável.

    Assim como no debate promovido pelo Metrópoles em parceria com sete rádios, na segunda (24), o postulante manteve o discurso de que o ex-presidente é um preso político. “Lula seria eleito em primeiro turno. O impedimento foi deliberado para que ele não ganhasse”, afirmou nesta quinta-feira.

    Confira a íntegra da entrevista:

     

    Miragaya é formado pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio e, além de mestre em gestão territorial pelo Departamento de Geografia da Universidade de Brasília (UnB), é doutor em desenvolvimento sustentável pelo Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB.

    O candidato do PT na disputa pelo Palácio do Buriti ocupou cargo de presidente do Conselho Federal de Economia; foi assessor econômico na Câmara dos Deputados e no Senado Federal; e coordenador de projetos no Ministério de Integração Nacional. Além disso, atuou como presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) de 2012 a 2015, no governo de Agnelo Queiroz (PT).

    O buritizável prometeu, caso seja eleito, a criar 30 mil postos de trabalho para serviços como corte de mato, pintura de faixas de pedestres e reforma de escolas, por exemplo, além de implantar o salário mínimo regional 30% maior que o nacional. Miragaya mostrou-se contrário ao modelo de gestão do Instituto Hospital de Base e aos incentivos fiscais para empresas, porque acredita ser preciso garantir infraestrutura primeiro.

    Sabatinas
    O Metrópoles sabatinou 10 dos 11 candidatos ao Governo do Distrito Federal: Alberto Fraga (DEM), Alexandre Guerra (Novo), Eliana Pedrosa(Pros), Fátima Sousa (PSol), general Paulo Chagas (PRP), Guillen (PSTU), Ibaneis Rocha (MDB), Júlio Miragaya (PT), Renan Rosa (PCO) e Rogério Rosso (PSD).

    Nessa nova rodada, foram entrevistados anteriormente: Alexandre GuerraEliana Pedrosa e Fátima Sousa.

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