NÓS PAGAMOS E ELES FAZEM A FESTA!!!

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A revista IstoÉ Dinheiro fez uma excelente matéria na edição 602, comparando o Congresso Nacional a uma empresa privada. E a conclusão óbvia é que se isso fosse verdade ele estaria falido.
Veja a lista detalhada da vergonha sustentada por nós:

Despesas do Congresso Nacional em 2008

Salários – R$ 753 milhões
Aposentadorias – R$ 694 milhões
Pensões – R$ 304 milhões
Serviço médico, odontológico e laboratorial – R$ 86,1 milhões
Passagens aéreas – R$ 83,7 milhões
Serviços de telecomunicações – R$ 26,2 milhões
Manutenção de imóveis – R$ 16,7 milhões
Energia elétrica – R$ 15,9 milhões
Cópias – R$ 5,2 milhões
Computadores – R$ 4,1 milhões
Diárias – R$ 2,6 milhões
Combustíveis – R$ 1,3 milhões
Material de cama, mesa e banho – Câmara (R$ 449,28) e Senado (R$ 16,5 mil)
TOTAL: R$ 5.638.340.141,97

As despesas administrativas são comparáveis às de companhias do porte da Petrobras, com faturamento de R$ 128 bilhões, ou da Vale, que vendeu 72 bilhões no ano passado. A diferença é que o Congresso emprega menos da metade do pessoal dessas duas companhias. E poucas empresas no Brasil podem se dar ao luxo de gastar R$ 5,6 bilhões em despesas correntes, por ano, como fazem a Câmara e o Senado.
Mais do que o número total, o que espanta é a falta de controle. É padrão que as empresas paguem os gastos com viagens a trabalho, ligações telefônicas e com locomoção. Mas dificilmente uma firma privada aceitaria pagar as férias da namorada e da sogra, como fez o deputado Fábio Faria (PMN-RN), que usou a cota de passagens aéreas para levar a então namorada, Adriane Galisteu, e os atores Kayky Brito, Sthefany Brito e Samara Felippo para curtir o Carnaval em Natal. Cada um dos 513 deputados e dos 81 senadores tem direito a uma cota que varia entre R$ 13 mil e 25 mil para visitarem suas bases, inclusive os parlamentares do DF cuja base eleitoral fica a no máximo 50 quilômetros do Congresso.E ainda tem aqueles três deputados que tem de manter mais de uma família…

Fonte: Congresso Nacional – Publicada pela revista IstoÉ Dinheiro edição 602.

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