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    Passarela do metrô é a próxima a ser liberada no Túnel de Taguatinga

    Travessia subterrânea foi demolida e reconstruída; tapumes que cercavam a construção começaram a ser retirados e o cruzamento da Avenida Comercial também já está liberado

    Hédio Ferreira Júnior, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

    Em fase de cura, a técnica de construção para evitar fissuras e trincas do concreto, a nova passagem subterrânea vai entrar na fase dos acabamentos finais para sua liberação ao público | Fotos: Divulgação

    Nesta segunda-feira (25), se inicia o processo de limpeza do contrapiso interno da passarela. Já nos próximos dias, a equipe de engenheiros responsável pela execução e acompanhamento das obras de construção do Túnel de Taguatinga define a data prevista de liberação da nova passagem subterrânea do metrô.

    “Quanto mais pudermos fazer para melhorar a vida do cidadão que circula por ali, sem comprometer o andamento da construção, até a sua finalização, nós faremos”Ricardo Simplício, coordenador técnico de supervisão do Túnel de Taguatinga

    “Quem passa aqui na porta não tem a noção de que temos aqui dentro, 400 pessoas trabalhando todos os dias, cerca de 50 equipamentos e o empenho para entregar a obra dentro do cronograma previsto”, afirma o secretário de Obras Luciano Carvalho.

    Diferente da anterior, que havia sido construída rente ao solo, a nova passarela está suspensa sobre a laje do túnel. A estrutura de concreto de ponta a ponta da travessia está praticamente pronta e o piso da rampa de acesso à saída sul já está concretado. Assim que o concreto for curado, inicia-se a fase final de acabamento da passarela.

    A cura é a técnica de hidratação do concreto. Tem como objetivo molhá-lo para, assim, diminuir os efeitos da evaporação prematura da água na estrutura concretada. A hidratação é a reação entre cimento e água que dá origem às características de pega e endurecimento. Isso evita o surgimento de fissuras e trincas.

    Coordenador técnico de supervisão do Túnel de Taguatinga, Ricardo Simplício ressalta que o propósito é reduzir, cada vez mais, os transtornos naturais e decorrentes de uma obra, dando fluidez na mobilidade da população. “Quanto mais pudermos fazer para melhorar a vida do cidadão que circula por ali, sem comprometer o andamento da construção, até a sua finalização, nós faremos”, avisa.

     

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