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    Portaria da Mordaça na PMDF?

    Após o portal de notícias Pandora News ter noticiado com exclusividade  o envolvimento direto de Klepter Rosa no episódio de 8 de janeiro, quando, na condição de subcomandante mandou ordem (via WhatsApp) na noite de sábado (7), véspera da manifestação,  para que a tropa ficasse em casa (Sobreaviso),  o coronel, após longo e ensurdecedor silêncio, resolveu botar as mangas de fora do uniforme. E para isso, baixou uma portaria genérica e subjetiva, que proíbe o policial militar de emitir opinião.

    Dentro da gloriosa e respeitada Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), é notório na tropa que a culpa por parte do desastre do dia 8 de janeiro, foi do coronel Klepter Rosa, que inexplicavelmente após o fatídico episódio, foi promovido a comandante-geral pelo então interventor federal, e nunca foi chamado pela CPI instalada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) para prestar esclarecimentos sobre sua omissão e a estranhíssima ordem dada por ele, deixando experientes soldados em casa e  colocando em risco novos soldados que foram enviados às ruas sem experiência nem equipamento adequado naquele domingo.

    Foi graças a Klepter Rosa Gonçalves que o STF afastou por 90 dias o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB). Klepter já estava interinamente no cargo desde 9 de janeiro, depois de o coronel Fábio Augusto Vieira ter sido exonerado pelo então interventor na segurança pública do DF, Ricardo Cappelli, que o promoveu a Comandante-Geral da PMDF.

    Confira o Artigo 1: “É vedada aos policiais militares a manifestação por meio de publicação de texto, imagens, vídeos, áudios e comentários, bem como compartilhamento ou interação em mídias sociais que violem o valor, a ética, a honra pessoal, o pundonor militar ou o decoro da classe, os deveres ou o compromisso policial militar, prescritos no Estatuto dos Policiais Militares, Lei 7,289, de 18 de dezembro de 1984”.

    Mas não custa perguntar: o coronel Klepter não violou a ética, a honra pessoal, o pundonor militar e decoro da classe, ao ordenar que a tropa ficasse de SOBREAVISO e não de PRONTIDÃO no dia 8 de janeiro? Além disso, Klepter não foi visto no dia da manifestação, no auge da confusão, e ainda permitiu que 200 soldados recém formados fossem para a manifestação sem experiência nem equipamento.

    Klepter tem muitas explicações a dar, mas preferiu agora censurar a tropa para que o assunto morra em definitivo. É por isso que autoridades e políticos enrolados querem tanto censurar as redes sociais. Não querem que o povo saiba, comente e compartilhe o que eles fazem de errado quando estão no poder.

    Confira a Portaria 1313 de 10 de abril de 2023:

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    Deve ler

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