Sanear Dengue faz ações em São Sebastião, Taguatinga e Núcleo Bandeirante

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Cidades recebem mais uma edição do programa de combate com 4.918  depósitos inspecionados

ÉRIKA BRAGANÇA, DA AGÊNCIA SAÚDE

As ações do Sanear Dengue continuam ocorrendo por todo o Distrito Federal. Nesta semana, os agentes de Vigilância Ambiental e servidores de outros órgãos, como administrações regionais, SLU e Corpo de Bombeiros, já visitaram São Sebastião, Taguatinga e Núcleo Bandeirante. Juntas, tiveram 2.196 imóveis vistoriados e 4.918 depósitos inspecionados. Além desses, os profissionais tiveram ainda 656 imóveis fechados. No último boletim epidemiológico, das três localidades, Taguatinga e São Sebastião se destacam com 3.197 e 2.425, respectivamente, casos prováveis da dengue.

Em três dias de ação, foram recolhidos inservíveis que estavam nas ruas e imóveis foram vistoriados. Além disso, foi feito manejo ambiental, colocando armadilhas em locais específicos para que o mosquito não se desenvolva. A equipe visitou os lugares de Taguatinga que mais concentram casos, e em São Sebastião os agentes visitaram o Residencial do Oeste, do Bosque, bairro São José e Morro da Santa Cruz.

“Estamos atentos e atuantes no combate à dengue, que é uma doença grave e exige cuidados permanentes dos órgãos públicos e principalmente dos moradores, no dia a dia, garantindo que o mosquito não procrie e nem se alastre levando a doença para outras pessoas da comunidade”, reforça o secretário de Saúde, Francisco Araújo, lembrando que esse trabalho do Sanear Dengue vai continuar.

Segundo as regiões de saúde, para os coeficientes de incidência dos casos prováveis, observa-se que o Distrito Federal continua com alta incidência, estando apenas uma região administrativas com média incidência – Sudoeste/ Octogonal. Apesar do decréscimo de casos, a Capital ainda está com número alto de casos em relação ao mesmo período do ano passado.  Observa-se em 2020, um aumento de 21,4% no número de casos prováveis, registrando 41.797 casos prováveis, contra 34.432 casos.

A recomendação da Vigilância Ambiental permanece única: não permitir que o mosquito nasça, deixando objetos que possam acumular água.  Jahila de Sousa Anselmo, diretora de Vigilância Ambiental, destaca que “o trabalho do Sanear Dengue aumenta nossa capacidade de tempo resposta às necessidades de prevenção e combate ao Aedes aegypti, pois buscamos agir localmente, por meio de força-tarefa, nas cidades que necessitam de intervenção urgente”.

A área conta com a colaboração e cuidado da população para manter os locais limpos e sem reservatórios que possam servir de criadouro para o mosquito. Esse é um trabalho contínuo e perene que deve permanecer durante todo o ano, pois os ovos dos mosquitos sobrevivem por até 450 dias na seca. Logo nas primeiras chuvas, milhares deles eclodem e dão vida ao mosquito. Para saber mais e tirar dúvida, a população pode acessar o site aedes.saude.df.gov.br.

Próximas cidades que receberão o Sanear Dengue:
16/07 – Recanto das Emas
17/07 – Riacho Fundo I
20/07 – Guará I e II

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