SEGURANÇA DO CASAL RORIZ SERÁ REFORÇADA

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AVISO – Depois de mostrar na TV testemunha contra Agnelo, Roriz diz que foi avisado que pode ser alvo de atentado

A candidata a governadora Weslian Roriz (PSC 20) e o marido dela, o ex-governador Joaquim Roriz, acreditam que estão correndo risco de morte depois que o programa da Coligação Esperança Renovada divulgou depoimento de uma testemunha denunciando o esquema de desvio de dinheiro do Ministério do Esporte quando o candidato petista Agnelo Queiroz era ministro. Por isso, a Coligação Esperança Renovada vai reforçar a segurança do casal, especialmente em compromissos públicos, quando evitarão circular em carros abertos.

A intraquilidade do casal foi relatada na manhã deste sábado (23) por Joaquim Roriz, durante reunião de Dona Weslian com cerca de 200 pastores evangélicos. Roriz contou que, depois da veiculação do programa, a equipe de segurança lhe comunicou que fora avisada que, a partir de agora, o casal deveria redobrar os cuidados ao sair às ruas. “Estamos correndo risco de vida”, avisou Roriz. “Continuaremos a cumprir com compromissos, mas não estaremos mais em carro aberto porque já nos foi avisado que eles podem cometer qualquer tipo  de ataque contra nós. Andaremos de carro blindado a partir de agora”, afirmou.

O programa com o relato da testemunha-chave foi ao ar na noite de sexta-feira, quando já tinham circulado os jornais DF Notícias e Tribunal do Brasil, que traziam matérias com Michael Alexandre Vieira da Silva, o homem que, segundo ele mesmo, repassava ao grupo de Agnelo Queiroz o dinheiro desviado do Programa Segundo Tempo. Em represália, três pessoas foram presas quando distribuíam o jornal DF Notícias na Rodoviária do Plano Piloto. Todos os exemplares foram apreendidos. A prisão e a apreensão dos jornais, que atenta frontalmente a liberdade de imprensa, foi pedida pelo deputado distrital eleito Chico Vigilante (PT).

Ainda na sexta-feira, uma repórter da equipe de produção do programa eleitoral de Dona Weslian foi sequestrada na Estrutural por um homem que dirigia um Fiat Palio identificado com adesivos da campanha de Agnelo e Dilma. A repórter passou duas horas dentro do veículo sendo ameaçada de morte. O seqüestrador quis intimidá-la porque ela queriam entrevistar  pessoas que receberam comida num evento realizado por Agnelo na Estrutura, o que configura crime eleitoral.

Em função dessas ocorrências, a coordenação da campanha de Dona Weslian decidiu reforçar a segurança do casal até o final da campanha.

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