Na Câmara Legislativa do DF, a licitação de número 1.863/2015, que previa a compra de 2.150 cadeiras por R$ 3,3 milhões, foi anulada. A média de preço era de R$ 1.573 por unidade. A justificativa foi econômica. Segundo a Secretaria-Geral, não é viável que, em um momento de crise, a Casa faça novos gastos desse porte. “Não seria viável gastar R$ 3 milhões apenas com cadeiras”, disse, por meio de nota. A Secretaria de Justiça parece não compreender o momento e têm criado dificuldades e principalmente notícias negativas para o governador Rollemberg. Como desmontar o Na Hora, que está pronto e funcionando há seis anos no Riacho Fundo I e querer transferir para Samambaia?
O Na hora de Taguatinga funciona no Pistão Sul. Mas antes funcionava no Top Mall, em Taguatinga Norte, mas devido a um incêndio, teve de ser transferido para o Pistão Sul. A SEJUS deveria retornar este para Taguatinga Norte, o que seria o mais correto a fazer.
Atualmente não sobra dinheiro sequer para dar aumento aos servidores do Na Hora (que estão há 08 anos sem aumento salarial), e faltam mais aparelhos de ar condicionado nos postos de atendimento ao cidadão, entre outras coisas. E quem irá pagar pela montagem do novo posto?
Deputados distritais de oposição questionarão o GDF sobre as súbitas tentativas de mudança de postos do Na Hora. Nova crise à vista?





