Em breve o ex-governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) assumirá a vaga que atualmente é ocupada por Gilvan Máximo (Republicanos) na Câmara dos Deputados.
A regra de que as vagas das sobras eleitorais só poderiam ser ocupadas por partidos que tenham conseguido pelo menos 80% do quociente eleitoral já havia sido declarada inconstitucional no início de 2024, mas foi somente nesta quinta-feira (13) que a Corte decidiu que a invalidação da regra valeria para o pleito de 2022.
Rollemberg é considerado um reforço da bancada esquerdista do DF na Câmara Federal, que atualmente conta com Erika Kokay (PT-DF) e Reginaldo Veras (PV-DF).
A solenidade de diplomação do deputado federal Rodrigo Rollemberg está marcada para o dia 17/6 às 16h no Salão Nobre do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF)
Nos bastidores, de forma discreta, o governo Lula e o deputado federal Julio Cesar (Republicanos) comemoram a entrada de Rollemberg (aliado desde sempre de Lula), enquanto o presidente regional do Republicanos no DF, Wanderley Tavares lamenta a saída de Máximo.
Wanderley nunca escondeu de ninguém sua preferência por Gilvan Máximo. Por outro lado, dificilmente o Republicanos repetirá o que fez nas últimas eleições, ao eleger três deputados federais, todos eleitos na onda bolsonarista.
Após as eleições de 2022, o Republicanos correu para os braços do governo Lula, num público gesto de traição a Bolsonaro e, consequentemente, para a direita que acreditou no presidente Marcos Pereira, que afirmou em vídeo durante a campanha presidencial de 2022, que o Republicanos era o “único partido 100% conservador”.
Marcos Pereira e seu partido estão no governo esquerdista que defende o aborto, invasões, aumento de impostos, liberalização das drogas, farra de viagens internacionais com dinheiro público, desmonte das Forças Armadas, falta de políticas públicas para a educação, saúde e Segurança Pública e rombo bilionário nas contas públicas.
Não dá para acreditar mais no Republicanos!

