No Brasil, cheio de histórias reveladas por operações do Ministério Público, Polícia Federal entre outros órgãos de fiscalização, não é nenhuma novidade a compra de votos em ano eleitoral
Em uma unidade da federação, certo parlamentar que conseguiu chegar à Câmara dos Deputados em 2022, com discurso cristão e patriótico pró-Brasil, pró-família e pró-seriedade na política, e que gastou milhões de reais em dinheiro vivo, ao pagar líderes religiosos e comunitários, já está a todo vapor na busca desesperada pela reeleição.
O Modus Operandis do sujeito, filho de ex-político que virou milionário, é o mesmo: contratam-se pessoas, principalmente dentro de Igrejas Evangélicas, para silenciosamente levarem seu nome aos demais membros. Segundo denúncia que chegou à nossa redação (inclusive com áudios de negociações), o intrépido parlamentar está prometendo pagar , através de assessores, a partir da próxima semana, cerca de R$ 2.500 por cada “líder” de setor dentro de denominação. .
Entretanto, apareceu um outro ex-deputado, que foi expulso da vida pública após denúncias de corrupção, que tem feito contato com lideranças da igreja fundada por seu pai (já falecido), para fazer a proposta do candidato à reeleição, mas com um detalhe: ao invés de oferecer R$2.500 pelo aliciamento, ele oferece R$1.500 e fica com R$1.000. E tudo sem o consentimento e conhecimento da liderança da igreja.
Recentemente, em outro caso explícito de “súbito apoio”, o parlamentar investiu pesado para que uma grande igreja o apoie nessas eleições. Até o presidente mundial da denominação participou ao lado do político no altar na igreja enaltecendo o “trabalho” do parlamentar que sequer conhecia antes da “negociação”.
Quem não tem base sólida, em tempos de eleição procura igrejas evangélicas e católicas em busca de votos. Muitos não tem história própria e vivem à sobra de autoridades porque trabalharam antes em gabinetes luxuosos. Outros vivem de pagar por apoio e fazer promessas de empregos em ano eleitoral.
O que esses lobos travestidos de ovelhas querem é tão somente o voto dos membros e ponto final. Após eleitos na onda da direita conservadora, como ocorreu com o parlamentar em questão, correram para apoiar o governo comunista de Lula, que não gosta de evangélicos, não respeita opinião contrária, não aceita ser denunciado, investigado ou questionado por condutas criminosas e que levou a economia brasileira ao caos nos últimos 3 anos e meio, com gastança desenfreada, viagens desnecessárias e milionárias, e aumento e criação de novos impostos e taxas.
Agora o sujeito reaparece nas igrejas comprando apoio na cara dura. Só não contava que ainda existem pessoas de caráter, amor próprio e temor a Deus que viram, ouviram e denunciaram o caso.
Agora é aguardar para conferir, em breve, toda essa história minuciosamente detalhada em conversas comprometedoras. E pode dizer adeus à reeleição. E quanto ao ex-deputado corrupto, o mesmo deverá ser definitivamente expulso publicamente da denominação que finge pertencer. Ele não é ofertante, não é dizimista, diz que é pastor mas não frequenta as reuniões semanais de pastores. Continua sendo um golpista que Deus já puniu uma vez, mas que pelo visto, nada aprendeu nem se arrependeu. Continua vivendo uma vida de mentiras, rachadinhas e distante dos ensinamentos bíblicos.
Preparem a pipoca para assistir ao desfecho desse vergonhoso caso que revela como político milionário consegue mandato pagando lideranças religiosas e comunitárias.
É uma vergonha!





