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    Após protesto e denúncia de Blog, subsecretário da SEDESTMIDH paga a Casa Santo André

    Ontem, um advogado do subsecretário de Administração geral da SEDESTMIDH entrou em contato com este Blog questionando a matéria veiculada acerca do cidadão. O advogado achou que eu estivesse sem amparo legal para fazer as alegações que fiz. Se deu mal, porque as provas são robustas e os depoimentos também. Então vamos contar o resto da história…

    Bernardo de Castro Soares foi nomeado na SEDESTMIDH em outubro de 2017, e segundo informações, logo em seguida as entidades cadastradas  estavam insatisfeitas com a forma do tratamento dele,  rude e grosseiro. Houve um caso em que a representante de uma instituição foi vítima dele no primeiro encontro, quando ele agiu de forma grosseira sem saber ao menos o histórico da entidade dentro da Secretaria.
    Nesta primeira conversa,   ele  já foi dizendo que várias instituições conveniadas com a Secretaria estavam correndo um sério risco de perder o convênio.

    Agora,  já na situação mais recente, os conveniados tiveram uma audiência no Ministério Público do Trabalho no dia 20/07 discutindo a atraso de salário dos funcionários, com a presença de  representantes dos funcionários, sindicato, Secretaria e os representantes da Casa Santo André – CSA. Lá, Bernardo quis mostrar  que a SEDESTMIDH não tinha responsabilidade nenhuma com os atrasos, chegou a falar que era má gestão dos conveniados pelos ocorridos, mas na hora a representante da CSA rebateu, e apresentou  vários documentos e  mostrou que ele estava equivocado. Baseada em documentos,  a representante utilizou apenas as datas a partir da época que ele entrou, outubro de 2017, e conseguiu mostrar que em nenhum mês, desde que ele havia assumido o cargo, eles haviam recebido em dia. Ele rebateu dizendo que a CSA estava errada porque havia algumas pendências. Entretanto, mais uma vez a representante rebateu e mostrou  que não havia nenhum tipo de notificação ou algum problema.
    E tudo isso gerou um desconforto,principalmente para a Casa Santo André, que passou s sofrer com as implicações de Bernardo.

    A representante da CSA participa de um grupo com todos os gestores de instituições do DF e começou e ver todas postando que tinham recebido e eles nada, sendo que o Ministério Público tinha concedido o prazo para pagamento até o dia 30/07 para que a SEDESTMIDH fizesse o pagamento para a CSA do repasse atrasado No dia do prazo final, a CSA entrou em contato e perguntou  o que tinha acontecido porque até a data estipulada não haviam  recebido o repasse, e o subsecretário informou que estava esperando um parecer do Ministério Público, porém foi questionado novamente, porque não havia nenhuma pendência lá e na última audiência no dia 20/07 os representantes estavam presentes  e ficou confirmado em ATA que o pagamento teria que ser feito até o dia 30.

    Aí falaram que a CSA estava sem a certidão junto ao GDF, mas como não receberam o repasse,  não pagaram o parcelamento e portanto não teve a certidão, mas se fosse por conta disso,  a instituição tem uma liminar do Tribunal de Justiça que ficou determinado, com mandato de segurança, que a SEDESTMIDH não poderia deixar de repassar qualquer valor para a CSA por falta de certidão desde que o serviço estivesse sendo prestado, fato que estava acontecendo normalmente, e o mês de julho já havia sido fechado.

    E não satisfeito com essa alegação, ele protocolou uma petição no Ministério Público informando que não havia pago a CSA porque a mesma estaria sem certidão. Bernardo agiu  de má fé porque ele já havia dado ciência do mandado de segurança. Para se ter uma ideia do perfil do subsecretário,  ele pediu uma orientação ao MP perguntando para qual conta deveria enviar o recurso da CSA, uma coisa totalmente sem sentido, porque não havia  impedimento nenhum para receber na conta da instituição que, desde 2013,  recebe na mesma conta sem nenhum problema.

    Tanto que ontem na audiência que a CSA teve,  a promotora disse que não estava entendo o que o GDF estava querendo, e questionou  o que ele teria que fazer, sendo que existe um termo de colaboração e é obvio que o repasse deve ser feito na conta da instituição e caso isso não ocorra o GDF pode ter sérios problemas fiscais. Essa foi mais uma artimanha de Bernardo pra ganhar tempo e atrapalhar a Casa Santo André.

    Em relação ao registro do boletim de ocorrência por prevaricação,  ficou ainda mais caracterizado que realmente ele cometeu esse crime no momento que ele disse que estava aguardando o parecer do Ministério Público, mas que não era nada da parte do mesmo, e sim,  algo que ele mesmo provocou sem sentido. Anteontem, quando funcionários da CSA fizeram protesto diante da Secretaria,  no mesmo dia ele liberou o pagamento.

    Então ficou evidenciado que realmente era algo pessoal, Existe também um vídeo dele dizendo que resolveria a situação financeira dos funcionários e não da instituição. Está claro que o problema de Bernardo Soares é pessoal, o que caracteriza a prevaricação, quando a pessoa tem o dever de fazer algo e não faz por motivos pessoais.

    Por quê o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) ainda não exonerou esse comissionado que tem atrapalhado a vida de tanta gente?

    E por último, o advogado de Bernardo não gostou da publicação da foto de seu cliente, alegando que estava no Facebook. Mas servidor público é público e não privado!

     

     

     

    Fonte: Donny Silva

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