Barômetro EY – Distrito Federal e Centro-Oeste

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brasilia

Sondagem da atividade econômica no DF e no Centro-Oeste constata que desempenho das empresas no segundo trimestre de 2013 foi melhor que 2012

 

 

Mesmo com muitos desafios no caminho do crescimento econômico, o estudo Barômetro EY – 2º trimestre 2013, da multinacional de consultoria e auditoria EY (anteriormente Ernst & Young), constatou que o desempenho das empresas no segundo trimestre de 2013 foi melhor do que o registrado no mesmo período do ano passado, segundo todos os entrevistados do Distrito Federal. Cerca de 50% destes empresários apontaram também uma melhora no cenário em relação ao quadro de profissionais, pois contam este ano com o número maior de profissionais comparado ao observado no mesmo período de 2012. Outros 50% dos entrevistados do DF disseram que houve manutenção do quadro de profissionais. O estudo ainda mostra que a política cambial foi o fator que mais impactou os negócios dessas empresas – de acordo com 75% dos empresários entrevistados.

 

Na sondagem da região Centro-Oeste para o mesmo período, a pesquisa constatou que o desempenho das empresas no segundo trimestre de 2013 também foi melhor do que o registrado no mesmo período do ano passado, segundo a maioria dos entrevistados (45%). Eles também apontaram uma manutenção no cenário em relação ao quadro de profissionais. A maioria (40%) no Centro-Oeste afirmou que contava com o mesmo número de profissionais comparado ao observado no mesmo período de 2012.  A pesquisa ainda apontou que as baixas margens foram o fator que mais impactou os negócios dessas empresas – de acordo com 75% dos respondentes.

 

Ramo de atividade das empresas respondentes

 

DF:

Agronegócios 25%

Varejista/ Produtos de consumo 25%

Outros 25%

Energia elétrica 25%

CO:

Agronegócio 19%

Farmacêutico 19%

Varejista/Produtos de consumo 15%

Industrial 15%

Serviços 4%

Automotivo 4%

Outros 23%

 

 

Desempenho no trimestre

 

DF:

100% das empresas da amostra afirmaram que o desempenho foi melhor em relação ao observado no mesmo período do ano passado.

 

CO:

45% das empresas da amostra afirmaram que o desempenho foi melhor em relação ao observado no mesmo período do ano passado. Um desempenho similar ao registrado no mesmo período de 2012 foi identificado por 40% dos respondentes. Para 15% deles, o desempenho mostrou-se pior.

 

Desempenho no semestre

 

DF:

O total de 100% das empresas da amostra afirmou que o desempenho do primeiro semestre de 2013 foi melhor em relação ao observado no mesmo período do ano passado.

 

CO:

Cerca de 50% das empresas da amostra afirmaram que o desempenho do primeiro semestre de 2013 foi melhor em relação ao observado no mesmo período do ano passado. Um desempenho pior ao registrado no mesmo período de 2012 foi identificado por 35% dos respondentes. Para 15% deles, o desempenho mostrou-se similar.

 

Budget

 

DF:

A maior parte das empresas, 50%, afirmou que o desempenho real em relação ao budget do segundo trimestre de 2013 foi melhor em comparação ao mesmo período de 2012. Já 25% das empresas acreditam que o desempenho real foi similar. O mesmo percentual (25%) afirmou que foi pior.

 

CO:

A maior parte das empresas, 35%, afirmou que o comparativo do desempenho real em relação ao budget do segundo trimestre de 2013 foi similar em comparação ao mesmo período de 2012. Já 30% das empresas acreditam que o desempenho real foi melhor e, para 20%, foi pior.

 

Quadro de profissionais

 

DF:

Os respondentes também apontaram melhora no cenário em relação ao quadro de profissionais. A metade (50%) afirmou que no segundo trimestre de 2013 contava com um número maior de profissionais, comparado ao registrado no mesmo período do ano passado. O mesmo percentual (50%) afirmou que houve manutenção do quadro de profissionais.

CO:

Cerca de 40% dos respondentes apontaram a manutenção do cenário em relação ao quadro de profissionais. Para 30%, houve aumento no número de profissionais comparado ao registrado no mesmo período do ano passado. O mesmo percentual (30%) disse que houve redução no quadro de profissionais.

 

Mês de pior desempenho

 

DF:

Aproximadamente 75% das empresas afirmaram que o mês de pior desempenho foi abril de 2013. Junho mostrou-se o mês de pior desempenho para 25% dos respondentes.

 

CO:

Aproximadamente 35% das empresas afirmaram que o mês de pior desempenho foi maio de 2013. Para 30% das empresas, abril foi o pior mês. Já 20% afirmaram que todos os meses foram similares, e para 15%, junho foi o pior.

 

Impactos

 

DF:

Durante o segundo trimestre de 2013, a política cambial foi o fator que mais impactou os negócios das empresas do Distrito Federal – de acordo com 75% dos respondentes. Em seguida, entre os fatores que causaram maiores impactos, está a regulamentação setorial, para 50% deles. O custo financeiro foi apontado como o fator que mais impactou os negócios pelo mesmo percentual das empresas (50%). Abaixo, veja os itens citados pelos respondentes:

 

Política Cambial – 75,0%

Custo financeiro – 50,0%

Regulamentação setorial – 50,0%

Carga tributária – 25,0%

Contratação e retenção de capital humano – 25,0%

Queda no preço das commodities exportáveis – 25,0%

Competitividade desleal com a economia informal – 25,0%

Falta de uma política industrial definida para o setor de atuação – 25,0%

 

CO:

Durante o segundo trimestre de 2013, as baixas margens foram o fator que mais impactou os negócios das empresas da região Centro-Oeste – de acordo com 75% dos respondentes. Em seguida, entre os fatores que causaram maiores impactos, está a carga tributária, para 50% deles. O principal motivo é o complexo ambiente tributário no qual as empresas brasileiras estão inseridas. Já o custo financeiro foi apontado por 30% dos entrevistados como o fator que mais impactou os negócios. Abaixo, veja os itens citados pelos respondentes.

 

Crise da zona do Euro – 5,0%

Redução da atividade econômica norte-americana – 5,0%

Queda no preço das commodities exportáveis – 5,0%

Concentração da indústria – 5,0%

Falta de uma política industrial definida para o setor de atuação – 5,0%

Surgimento de novos concorrentes no mercado – 5,0%

Relação com clientes – 5,0%

Relação com fornecedores – 5,0%

Competitividade desleal com a economia informal – 15,0%

Inadequada competitividade da empresa (custos, produtos etc.) – 15,0%

Infraestrutura para distribuição dos produtos – 15,0%

Regulamentação setorial – 15,0%

Política Cambial – 20,0%

Contratação e retenção de capital humano – 25,0%

Custo financeiro – 30,0%

Carga tributária – 50,0%

Baixas margens – 75,0%

 

Sobre a EY

EY é líder global em serviços de Auditoria, Impostos, Transações Corporativas e Consultoria, comprometida em fazer sua parte para construir um mundo de negócios melhor. Os insights e os serviços de qualidade prestados ajudam a criar confiança nos mercados de capital e nas economias do mundo. A empresa desenvolve líderes excepcionais que inspiram suas equipes a entregar excelência a todos seus stakeholders. Dessa forma, a companhia desempenha um papel fundamental na construção de um mundo de negócios melhor para seus profissionais, clientes e comunidades.

 

A EY refere-se a uma ou mais empresas-membro da Ernst & Young Global Limited (EYG), organização privada constituída no Reino Unido, limitada por garantia e que não presta serviços a clientes.

 

Mais informações em: www.ey.com.br

Acompanhe em:

@EY_Brasil

#BetterWorkingWorld

 

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