Após Mensalão e Petróleo, agora surge o Radiolão. Confira a cronologia:
24/10 – O ministro das Comunicações Fabio Faria denuncia boicote à campanha de Bolsonaro nas rádios, que teriam deixado de veicular 154 mil inserções.
24/10 – O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes responde que não havia prova alguma, dá 24hs para a equipe de Bolsonaro apresentar provas e sugere má fé dos denunciantes.
25/10 – A campanha de Bolsonaro apresenta ao TSE vasto material probatório colhido através de software de monitoramento das rádios, que aponta falta de inserções em centenas de rádios no norte e nordeste. O material é disponibilizado ao público para conferência.
25/10 – O servidor responsável por distribuição de material de campanha para as rádios é exonerado em portaria. Questionado sobre o motivo, a assessoria do TSE disse que a exoneração ocorreu “em virtude do período eleitoral” e que “a gestão vem realizando alterações gradativas em sua equipe”.
26/10 – Segundo a revista VEJA, o servidor exonerado foi até a Polícia Federal (PF) para prestar depoimento de forma espontânea, afirmando que foi indevidamente afastado do cargo após comunicar recebimento de e-mail de rádio confirmando a denúncia de falta de exibições. Ele expôs falhas de fiscalização.
Cá entre nós: se trata do maior escândalo da história do TSE e que precisa ser investigado imediatamente.





