Declaração de guerra: Celina Leão ficou indignada com a interferência de Rodrigo Rollemberg

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Pressão e adiamento

POR ANA MARIA CAMPOS – CORREIO BRAZILIENSE/REDAÇÃO/RODRIGO NUNES/ESP. CB/D.A PRESS –

Estava tudo certo para a aprovação ontem, em segundo turno, da emenda à Lei Orgânica que permite a reeleição de integrantes da Mesa Diretora dentro de uma mesma legislatura. Um passo importante para que a atual presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão (PPS), consiga mais dois anos de mandato à frente da Casa, a partir do próximo ano. … Mas Rodrigo Rollemberg (PSB) entrou em campo ontem para impedir que a matéria fosse apreciada em plenário, como estava planejado. O governador telefonou para deputados da base e pediu o adiamento da votação. Celina, que já contava com os 16 votos necessários para comemorar o que nenhum presidente da Casa conseguiu, acabou perdendo aliados. Ela resolveu, então, esperar o melhor momento. Ontem seria dia de derrota. Uma das que recuaram foi a deputada Luzia de Paula (PSB), que não apareceu para votar.

 

Bancada dos contrários

 

Os deputados contrários à aprovação da emenda que permite a reeleição de Celina Leão (PPS) à Presidência da Câmara Legislativa são: Chico Vigilante, Ricardo Vale e Wasny de Roure, do PT; Agaciel Maia (PTC); Chico Leite (Rede); Liliane Roriz (PTB); Reginaldo Veras (PDT); e Roosevelt Vilela (PSB). O principal candidato desse grupo é Agaciel.

 

Declaração de guerra

 

A presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão, ficou indignada com a interferência de Rodrigo Rollemberg em seu projeto político de reeleição no comando da Casa. “Isso não é postura de aliado. Sempre me considerei uma aliada do governo. Ele (Rollemberg) nunca me procurou para dizer que era contra a emenda. Agiu nos bastidores”, reclamou à coluna. Celina fez uma declaração de guerra: “Estou no meu melhor momento na Câmara. Muita gente diz que ele tem medo que eu seja candidata a governadora na próxima eleição. Nunca disse isso, mas quando alguém teme muito algo, isso acaba acontecendo”.

 

Fonte: Eixo Capital/Correio Braziliense

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