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    DIA DA LIBERDADE DE IMPRENSA, MAS SEM LIBERDADE PARA JORNALISTAS DE DIREITA

    Nesta terça-feira, 7, é o Dia da Liberdade de Imprensa no Brasil, mas infelizmente temos o jornalista Wellington Macedo preso ilegalmente há longos nove meses com o consentimento tácito do Congresso Nacional, e o silêncio absurdo de outras autoridades que deveriam defender com unhas e dentes a democracia, a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa e respeitar a Constituição Federal, mas que não o fazem.

    A Associação Paulista de Imprensa  divulgou nota onde afirma que a prisão de jornalistas é um ato violento e antidemocrático.

    Segundo o presidente da Associação Paulista de Imprensa – API, o advogado e professor Sérgio Rodó, há uma grande esperança de que o presidente Bolsonaro indulte os jornalistas  atendendo a pedido protocolado pela associação no dia 9 de maio.

    A Associação Paulista de Imprensa está em campanha contra a prisão e o assédio judicial impetrado contra jornalistas no Brasil. O presidente da API lembra que Wellington Macedo está preso há nove meses.

    “Depois de passar 41 dias num presídio em Brasília, Wellington Macedo continua preso a uma tornozeleira eletrônica e proibido de sair do Distrito Federal sem prévia autorização do ministro Alexandre de Moraes”. Wellington Macedo também está com suas redes sociais bloqueadas no Brasil.

    O jornalista Wellington Macedo também vem cobrando posicionamento da Federação Nacional dos Jornalistas, sobre a sua prisão, que ele considera antidemocrática.

    A FENAJ lançou no último dia 3 de maio o dossiê Ataques ao Jornalismo e ao seu Direito à Informação. Já no dia 10 de maio, a entidade protestou contra a condenação do jornalista Rubens Valente, em ação de autoria do ministro Gilmar Mendes, do STF, mas tem se omitido no caso dos jornalistas Wellington Macedo e Allan dos Santos.

    Wellington Macedo, que é associado desde 2015, vem cobrando apoio da entidade, mas a FENAJ apenas responde que não tem elementos que assegure tratar-se de uma perseguição judicial e não procuraram ouvir a defesa do jornalista.

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