Conhecida mundialmente como país dos corruptos, a fictícia Brasólia tem novo capítulo. Um de seus integrantes mais ilustres quer manter-se no poder por muito tempo e para isso montou um plano ousado e ao mesmo tempo perigoso.
Amigo do rei e do bobo da corte, que comanda fieis escudeiros na Câmara dos Lordes, o nobre cavalheiro, conhecido no Castelo como “Sir Money” fez uma proposta: em troca de celeridade e garantias para ser indicado a um cargo na alta corte, ele daria um contrato milionário para que o bobo da Corte distribuísse entre seus escudeiros (que sempre lhe dizem “sim” em troca de generosos favores).
O bobo aceitou a proposta e chamou seu subordinado direto para resolver a questão. O intrépido aspone real resolveu então indicar a empresa de sua própria mulher para enfeitar o Palácio real durante as festividades natalinas. Esse seria o pagamento pela indicação para a Alta Corte.
Todos felizes – e bêbados – comemoraram muito porque, afinal de contas, se deram bem. Entretanto, um veículo de comunicação soube da história, investigou e descobriu o enredo criminoso, e essa história foi revelada, mostrando a relação criminosa entre público e privado envolvendo membros do reino e a Câmara dos Lordes.
Mas ainda bem que a Câmara da Justiça segue investigando e em breve o rei, o bobo da Corte e Sir Money serão catapultados de suas confortáveis poltronas direto para a masmorra.
Ainda bem que essa história é ficção, não é mesmo? Se fosse verdade seria trágico demais.
Moral dessa história: a verdade sempre aparece.





