FENAJ e Sindicato dos Jornalistas do DF movem ação contra o Governo Federal, mas continuam em silêncio sobre a esdrúxula prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio

Entidades da sociedade civil protocolaram nesta terça-feira (30/6) em Brasília (DF),  uma ação contra a omissão do Governo Federal em promover medidas de segurança para garantir a atuação de jornalistas e comunicadores que cobrem as entrevistas do presidente Jair Bolsonaro na área próxima ao Palácio da Alvorada, popularmente conhecida como “cercadinho”.

A ação é assinada por Instituto Vladimir Herzog, Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, Repórteres sem Fronteiras (RSF) e Artigo 19. O grupo é representado pelo escritório Aragão e Ferraro Advogados. A iniciativa surgiu a partir da Rede Nacional de Proteção a Comunicadores, projeto que reúne coletivos e organizações de todo o Brasil e que desenvolve estratégias para coibir os casos de violação à liberdade de expressão ao redor do país.
Mas estranhamente nenhuma das entidades acima fez qualquer ato contra a arbitrária prisão do jornalista Oswaldo Eustáquio, que vinha fazendo reportagens sobre a esposa do ministro Alexandre de Moraes. O jornalista é preso político e o silêncio da OAB, FENAJ entre outros, é doentio, vergonhoso e revoltante.

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