JBR PRODUÇÕES DIVULGA NOTA

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Nota à imprensa

Folia sob Suspeita?

Sobre a matéria escrita pela senhora Flávia Maia na capa do Caderno Cidades do Correio Braziliense desta Segunda-Feira 09/05/2011.

1. Qualquer pessoa esclarecida e que saiba fazer contas primárias e que tenha vontade de saber como funciona realmente o orçamento do Governo do Distrito Federal, descobre facilmente que menos de 2% da receita líquida do DF é investido em cultura e entretenimento.

A educação, saúde, segurança pública, transporte público, infra-estrutura e salários destinados ao Executivo, Legislativo e Judiciário entre outras coisas, consomem os 98% (noventa e oito por cento) da receita líquida do DF, mais o fundo constitucional. Se nas outras áreas as coisas não andam bem, ou é por falta de competência, ou de má administração e gestão.

A classe cultural do DF não pode ficar refém da incompetência de gestores públicos que arruínam a vida dos cidadãos do DF, e qualquer investimento feito é logo visto como errado ou suspeito de super faturamento.

Tudo que é gasto ou investido com o erário, é aprovado no plenário da CLDF, não existe mágica ou ilusionismo, está tudo previsto na Lei Orçamentaria Anual.

Ou seja, desde dezembro de 2010, sabia-se que seria investido apenas R$150.000,00 na contratação direta de músicos/artistas com sede no DF, ou deveriam ser artistas de outras cidades?

2. O texto da senhora Flávia Maia, começa informando que o Carnaval em Santa Maria custou caro aos cofres públicos e blá, blá,blá.

A Secretaria de Cultura investiu mais de 9 milhões no Carnaval de Ceilândia, Gran Folia, nos tradicionais Blocos Carnavalescos e em publicidade, e a senhora Flávia Maia acredita que R$150.000,00 é um valor alto, caro, para o Carnaval de Rua de Santa Maria, realmente, o povo da periferia não deve merecer um centavo de entretenimento, deixa todo mundo sem carnaval, sem nada.

Em Santa Maria foram investidos menos de R$50.000,00 com estrutura, enquanto a Secretaria de Cultura investiu mais de 5milhões, e ninguém escreveu uma linha.

Sobre as atrações do Carnaval de Santa Maria, digite no Google os nomes das bandas e veja o que aparece, solicite os históricos profissionais, cd’s das bandas e observe que são conhecidas em todo o Distrito Federal, agora faça o mesmo com as atrações contratadas pela Secretaria de Cultura do DF, veja se terá metade do resultado, solicite apenas fotos pra saber se deu gente na frente do palco, e investiram R$250.000,00 com bandas sem notoriedade no DF, quem escreveu sobre isso?

3. Houve um Edital de Chamamento Público, onde inúmeras bandas/artistas apresentaram suas propostas e documentações, após a seleção das atrações feita por uma comissão, foi solicitado que cada banda/artista apresenta-se a documentação exigida no Edital, em conformidade com a Lei 8.666/93 para contratação de shows musicais. Não cabe a JBR Produções averiguar se existe parentesco entre os contratados, que por sinal, não foram representados pela JBR. Neste caso a reportagem, uma colcha de retalhos, deveria mencionar a empresa que representou a banda em questão e solicitar esclarecimentos aos responsáveis.

4. Cada artista/banda e responsável pela confecção e entrega da documentação exigida no Edital, que segue as exigências do PARECER 393/2008 PROCAD/PGDF e Lei 8.666/93.

Se existe algum equívoco ou diferença de orçamento fornecido entre evento particular (geralmente pago antes) e evento público (pago com até 06 meses de atraso, quando pago), cabe somente ao responsável pelo artista/banda responder, não cabendo a empresa JBR Produções qualquer ônus, parte-se do pré suposto, da boa fé de cada individuo.

Deve-se atentar que eventos como Reveillon, Carnaval e datas especiais os caches individuais tem acréscimos de até 100%, conforme estabelece a tabela do piso salarial da categoria, conforme a Consolidação das Leis Trabalhistas. Contrate um garçon hoje e tente contratar um no Reveillon ou noite de Natal. Existe também a questão de alta e baixa temporada de shows. O cache do artista/músico pode variar conforme as necessidades que se fizerem na agenda do artista.

4. A marmita novamente requentada sobre o Aniversário de São Sebastião em 2010, é de cunho politico ou pessoal? É público que o evento não aconteceu, que o GDF não gastou um real do erário, e que as dívidas oriundas das montagens da estruturas, assim como os adiantamentos dos caches das bandas, foram absorvidas e estão sendo pagas até hoje pela JBR Produções, enfim, o erário não foi gasto!

5. As afirmações feitas pelo senhor Boca, notório ex produtor do Chiclete com Banana, que com toda seus conhecimentos, tem sim, condições de trazer qualquer banda de Salvador, com valores que quiser, pois seu nome é referência por conta do trabalho realizado junto ao Chiclete com Banana.

Só gostaríamos de vê-lo contratando as bandas soteropolitanas para o carnaval do DF com estes valores, quais seriam as bandas que viriam de Salvador pra tocar no Carnaval do DF?

A sua ex banda, Chiclete com Banana recebeu mais de 490mil pra tocar no Aniversário de Brasília em 2008, veja a página 39 do diário oficial de 18/04/2008

Quais bandas do DF ele contratou? Quais valores? Quais eventos?

É notório que existe no DF um grupo de empresários artísticos que tentam a todo custo denegrir o trabalho realizado pelas bandas locais que agregam ao seu valor intelectual, cd’s e dvd’s lançados, inúmeros shows realizados com público expressivo, acessos inacreditáveis no Youtube, músicas tocando em diversas rádios no DF e fora, estrutura de painel de led’s e iluminação, ônibus, caminhão, tudo isso agregado a horas de estudos, de ensaios, entrevistas e que no final cobram caches que variam de 25 a 40mil. Cada um sabe o valor do seu suor e da sua lágrima, não cabe a ninguém dizer quanto vale o seu dom.

E olha que as bandas do DF ainda tocam pela metade do permitido pela Portaria 88 do Ministério do Turismo, quando o assunto é contratação de artistas regionais cujo teto é de 80mil, sugeridos pela Controladoria Geral da União.

É fato, as bandas de notoriedade perante público e mídia no DF estão sendo secterizadas, existe sim, muita gente descontente com o sucesso de artistas/bandas do DF, e isso deixa muita gente irritada, pois não conseguem viabilizar as contratações dos grandes shows com o uso do erário. Ninguém falou do cache do César Menotti & Fabiano nos 51 Anos de Brasília.

Quando bons profissionais souberem fazer o seu trabalho, a verdade será o único tom usado na harmonia entre a correta aplicação do erário e a verdadeira imprensa.

Bruno Boaventura – JBR PRODUÇÕES.

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