Memorial JK recebe irmanação de Diamantina e Třeboň

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Termo é depositado no museu, estreitando os laços entre a cidade natal do bisavô de JK e a terra natal do ex-presidente

 

Maior museu privado de Brasília e um dos espaços mais bem avaliados da cidade, o Memorial JK recebeu, hoje (23 de abril), a solenidade de Entrega do Termo de Irmanação entre as cidades de Diamantina (MG) e Třeboň (República Tcheca), firmado em 11 de setembro de 2013. Foi de Třeboň que o bisavô de Juscelino, o carpinteiro Jan Nepomuk Kubíček (grafia tcheca para o sobrenome Kubitschek) emigrou para o Brasil, em de 1831.

 

Coube à presidente do Memorial JK, Anna Christina Kubitschek Pereira, fazer a saudação inicial. Ela lembrou a viagem que fez, em 2005, ao país europeu, ocasião em que mostrou aos filhos André e Felipe a origem da família. “Třeboň e Diamantina são hoje homenageadas em Brasília. A união das adoráveis cidades é celebrada com a presença de seus representantes e do embaixador Jiří Havlík, e vislumbra um futuro de maior conhecimento cultural, social e político entre o Brasil e a República Tcheca”, afirmou.

 

Em seguida, coube ao prefeito de Diamantina, Paulo Célio, lembrar os antecedentes da irmanação, destacando ainda o trabalho do bisavô de JK. “No dia 11 de setembro do ano passado, apresentei a todos uma prova material do DNA Kubitschek. Fiz questão de levar uma cadeira de madeira, em perfeito estado de conservação, confeccionada pelo bisavô de Juscelino, o ‘João Alemão’ (nome pelo qual Jan era conhecido em Diamantina), e nela se sentou o cônsul Viktor Dolista”, afirmou, revelando que 11 cadeiras e uma mesa, feitas por Jan Nepomuk Kubíček estão preservadas, quase 200 anos após sua fabricação.

 

Impossibilitada de comparecer à solenidade, a prefeita de Třeboň, Theresa Jenišová, mandou uma mensagem, rememorando a assinatura do termo de irmanação e saudando o ex-presidente. “Juscelino Kubitschek de Oliveira não foi apenas uma figura importante na história do Brasil, mas, no contexto de seu trabalho visionário na construção de uma nova metrópole moderna do país, ele também se tornou uma personalidade distinta do mundo e nós estamos contentes de fazer parte da sua história”, concluiu.

 

Por fim, o embaixador da República Tcheca, Jiří Havlík, destacou a proximidade entre os países. “A parceria entre Diamantina, a cidade de nascimento de JK, e Třeboň, uma cidade histórica de onde vieram seus antecessores, abre novos horizontes para fortalecer a amizade e ampliar as relações entre a República Tcheca e o Brasil. Estou convencido quer há possibilidades de desenvolvimento em várias áreas”, afirmou, citando cultura, ciência e educação como exemplos, antes de agradecer à presidente do Memorial JK por permitir que o documento da parceria entre as cidades seja guardado no museu.

 

Legendas das fotos:

PO-MemorialJK-2

 

 

 

 

 

 

 O embaixador Jiří Havlík, o prefeito Paulo Célio, Anna Christina Kubitschek e Maria Estela Kubitschek

PO-MemorialJK

 

 

 

 

 

 

O embaixador Jiří Havlík, Anna Christina Kubitschek, Maria Estela Kubitschek e Paulo Octavio

 

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