População infantil do Gama tem 100% de cobertura pela atenção básica

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Todo o suporte necessário para o atendimento na atenção primária

 

 medicos

Com o modelo de atendimento pela Estratégia Saúde da Família, crianças de zero a nove anos de idade, que residem no Gama, têm cem por cento de cobertura na assistência da atenção básica.

Segundo a diretora de Atenção Primária à Saúde, a médica Ilma Maria Souza Santos, a partir do modelo de assistência que foi implantado em 2012 nas unidades básicas de saúde da cidade, a população infantil que é estimada em 20 mil habitantes, passou a ter todo o suporte necessário para o atendimento na atenção primária.

“Temos, pela estratégia saúde da família, 12 mil crianças cadastradas pelas equipes de ESF, que são consistidas, ou seja, são compostas por um médico da família, por enfermeiro e técnico de enfermagem e oito mil crianças recebem assistência pelas equipes que são parametrizadas. Essas equipes são compostas por clínicos, ginecologias e pediatras, portando a saúde infantil na nossa região está garantida em cem por cento de forma integral e qualificada”, esclareceu a diretora.

Ângela Maria de Souza, moradora da Quadra 08 do Setor Sul do Gama, mãe de Robson Ian e Ana Clara informa que os dois filhos são atendidos pela equipe A do CSG01, “a equipe veio à minha casa, fizeram perguntas sobre a minha família e sempre que preciso da ajuda dos profissionais busco a minha equipe porque me sinto segura com as orientações, vejo que agora os servidores são mais envolvidos, nós temos mais contato com eles, me sinto à vontade para conversar sobre a saúde dos meus filhos porque eles os conhecem”. Explicou a mãe.

Conforme a Dra. Ilma Maria, “com a estratégia saúde da família, o serviços oferecidos pela atenção básica da SES, a assistência é mais resolutiva e humanizada, onde a prioridade é dada às ações de promoção, proteção e recuperação da saúde dos usuários. A atenção vai do recém nascido ao idoso de forma integral e com uma visão ampliada da comunidade onde está inserida.  Contamos com 25 equipes de ESF completas e 16 parametrizadas”.

A diretora informa ainda que em casos de atendimento por um especialista, o tratamento tem como base a clínica ampliada, “No caso de atendimento da pediatria, a assistência será voltada para os casos mais complexos, chamamos o procedimento de consulta compartilhada, onde o médico da família e o pediatra discutirão o caso e planejarão quais serão as intervenções necessárias para o tratamento. Essa atividade é denominada de Projeto Terapêutico Singular, portanto diante do modelo assistencial preconizado pela estratégia saúde da família, somente será necessário o atendimento do pediatra nos casos de maior complexidade clínica”, acrescentou a diretora.

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