No Tribunal de Contas do Distrito Federal, informações dão conta que já é desconfortável a situação do conselheiro Manoel de Andrade perante alguns colegas e a opinião pública. Afinal, ele é o relator do caso que analisa a situação do conselheiro afastado Domingos Lamoglia.
O Tribunal de Contas do Distrito Federal adiou, mais uma vez, na última quinta-feira (13) a decisão sobre a saída do conselheiro Domingos Lamoglia da corte. Ex-chefe do gabinete do então governador José Roberto Arruda, Lamoglia entrou para o Tribunal de Contas em setembro de 2009. Ele foi afastado do cargo dois meses depois, após aparecer em um vídeo recebendo dinheiro de Durval Barbosa, delator do suposto esquema de corrupção que ficou conhecido como mensalão do Democratas.

Lamoglia é um dos acusados pelo Ministério Público Federal de integrar o esquema de corrupção que se tornou público com a operação Caixa de Pandora.
“É muito tempo para analisar e esperar o quê?”, perguntou conhecido conselheiro irritado com a absurda demora do colega Manoel.
“Não podemos dizer vai ser um prazo, tal dia, porque quando eclodiu a operação [ Caixa de Pandora], achávamos que o Ministério Público Federal teria mais celeridade e foram três anos. Então, não dá para se cobrar do Tribunal de Contas hoje, que tem poucos elementos de investigação, um prazo que seja aquele prazo tão rápido”, afirmou o conselheiro Manoel Andrade em entrevista ao DFTV.
Enquanto isso, o conselheiro Domingos Lamoglia continua recebendo gordo salário sem trabalhar….





