Rosso reúne PSD com ministros

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O PSD tem a quinta maior bancada na Câmara dos Deputados, com 36 cadeiras, quase empatada com a quarta, do PP. Mas credencia-se para ser um dos principais pilares do governo no Congresso, inclusive em função da estratégia dúbia do PMDB, hoje a maior força. Essa demonstração foi dada em jantar que se estendeu até a madrugada de ontem na casa do líder do PSD, o ex-governador brasiliense Rogério Rosso, no Lago Sul. Estava lá quase toda a bancada, mais os ministros Joaquim Levy, Nelson Barbosa, Gilberto Kassab, Aloysio Mercadante e Pepe Vargas, além do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini. O cardápio, previsível foi a votação do pacote fiscal.

Interlocução com o Buriti
Sabendo que lá estavam justamente as figuras do Governo Federal que podem construir um diálogo para incrementar a relação com o Buriti e ajudar na questão financeira, Rosso chamou o vice-governador Renato Santana. Em meio às conversas sobre o pacote fiscal, os dois aproveitaram o clima amistoso para contar aos ministros detalhes da situação delicada de receita do Distrito Federal. Com ajuda do ministro Kassab, querem intermediar um diálogo mais próximo entre o Buriti e a área econômica da presidente Dilma.

Nomeação de policiais concursados
Rosso e Santana observaram temas comuns que podem entrar na pauta de discussões com os ministros, entre eles pleitos de professores e policiais militares e civis. Rosso observou, por exemplo, que existem no orçamento da União, que ainda tramita no Congresso, rubricas que podem atender a essas áreas, como a nomeação de novos policiais em concursos já realizados. Quer aproveitar o tema para inserir as três categorias (saúde, segurança e educação) na pauta de discussões com os ministérios, principalmente do Planejamento, para tratar dessas questões de forma mais permanente.

 

Fonte: Eduardo Brito/Do Alto da Torre/Jornal de Brasília

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