SENADOR ADELMIR SANTANA DEFENDE ADICIONAL POR RISCO DE VIDA PARA VIGILANTES

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O senador Adelmir Santana (DEM/DF) defendeu, nesta segunda-feira
(26/04), o adicional por risco de vida para vigilantes. Delegações de
vigilantes de todo o país lotaram as galerias do Plenário em sessão
especial do Senado que celebrou o Dia Nacional do Vigilante,
comemorado em 20 de junho.

A manifestação foi organizada pela Confederação Nacional dos
Vigilantes e Prestadores de Serviços e teve por objetivo pressionar o
Congresso a aprovar projeto que regulamenta o pagamento de adicional
por risco de vida para a categoria. Ao falar durante a sessão, Adelmir
revelou que apresentou recurso a um projeto da deputada Vanessa
Grazziotin, o PLC 220/2009, que cria o adicional de 30% para os
vigilantes – e qualquer outra profissão que esteja sujeita a acidentes
de trabalho, de trânsito ou algum tipo de violência física – para que
a proposta seja melhor analisada antes de ser votada.

“Eu entendo a luta de vocês e sou partidário dela. Mas esse projeto
passou por mudanças durante sua produção, na Câmara, que acabaram
estendendo para outras categorias. Vejam bem, no limite, se deixarmos
como está, até nós, senadores, teríamos direito a receber esse
beneficio. O que não é justo com a luta de vocês”, afirmou.

Para Adelmir, no lugar de tentar corrigir os erros do projeto de
Grazziotin, o que poderia demorar muito ou resultar no veto
presidencial, o ideal é que a categoria pressione pela aprovação de
projeto semelhante, de autoria da senador Serys Slhessarenko (PT-MT).
É o PLS 682/2007, já aprovado no Senado e em análise na Câmara dos
Deputados. “Esse da Serys é um projeto limpo, enxuto e que atende aos
interesses dos vigilantes. Devemos lutar por ele”, defendeu Adelmir.

Representantes de organizações de vigilantes de diversos estados
brasileiros revezaram-se na tribuna para homenagear os profissionais e
defender a aprovação do adicional de periculosidade. Presente à sessão
especial, o ex-deputado federal Chico Vigilante defendeu a aprovação
de lei disciplinando a atividade da categoria que, informou, movimenta
por ano mais de R$ 15 bilhões.

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