TCDF suspende pagamentos para gestora do Hospital de Campanha da PMDF

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Decisão cautelar foi solicitada pelo Ministério Público de Contas e vale até que conselheiros voltem a deliberar sobre o tema

 

OTribunal de Contas (TCDF) decidiu, nesta quarta-feira (15/7), que a Secretaria de Saúde suspenda imediatamente qualquer tipo de repasse para a Associação Saúde em Movimento (AMS), vencedora da disputa para administrar o futuro hospital de campanha da Polícia Militar (PMDF). De forma unânime, a decisão tomada atende solicitação do Ministério Público de Contas (MPC) e permanecerá em vigor até que a Corte delibere novamente sobre o assunto. O relator é o conselheiro Inácio Magalhães Filho.

Essa é a segunda empresa a ser contratada para administrar a unidade temporária de saúde criada para o tratamento da Covid-19 no Distrito Federal. A primeira escolhida, o Instituto Med Aid, teve a vitória anulada após uma série de denúncias, algumas delas reveladas pelo Metrópoles.

Na nova contratação, de acordo com documento expedido pela procuradora Cláudia Fernanda, chamou a atenção a diferença de preços entre os valores do primeiro e do segundo contrato, de exatos R$ 25 milhões.

“Em outras palavras, não tivesse ocorrido a fiscalização, só neste contrato, o DF amargaria R$ 25 milhões de prejuízo. São valores que fariam enorme falta à sociedade e à saúde pública, que dependem de escassos recursos públicos para o gozo de diretos sociais, garantidos em nossa Constituição Federal”, pontuou.

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