CÂMARA LEGISLATIVA INICIA DISCUSSÕES CONTRA A PRÁTICA DE “BULLYING”

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Projeto do deputado distrital Cristiano Araújo(PTB) propõe implantação de política de combate ao “bullying” em todas as escolas do DF

Brasília, 12 de  abril – O bullying é um tema recorrente e acontece há anos nas instituições de ensino de todo o País e do DF. Após o incidente que ficou conhecido como o “Massacre de Realengo”, ocorrido na semana passada no Rio de Janeiro, o assunto voltou com força à pauta de discussões dos parlamentares.

No dia 17 de maio será realizada audiência pública na Câmara Legislativa com a participação de especialistas em diversas áreas com o objetivo de aperfeiçoar a proposta

O termo “bullying”, sem tradução exata para o português, significa caçoar, intimidar, discriminar e alcança todas as atitudes agressivas, intencionais e repetidas que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro, constituindo violência física ou psicológica.

Há muito o deputado distrital Cristiano Araújo (PTB) vinha acompanhando os debates que se desenvolviam em torno do tema, tanto no Brasil, quanto em outros países. No início deste ano, ele protocolou o PL 156/2011, que dispões sobre o combate ao bullying nas escolas públicas do Distrito Federal.

Em fase de discussão, o projeto tramita nas comissões temáticas da Câmara Legislativa, mas poderá ter seu trâmite acelerado caso a sociedade se mobilize para participar do debate. “Precisamos reduzir ao máximo possível todas as formas de violência e o bullying é uma delas”, afirmou Cristiano.

O objetivo da proposta é buscar meios de coibir de forma efetiva a prática desse tipo de violência nas escolas e, consequentemente, nas ruas.  A prática do bullying é bastante discutida nos Estados Unidos, que já dispõe de mecanismos de segurança nas escolas para identificar possíveis agressões.

MONITORAMENTO – Outro projeto, o PL 395/2007, também de Cristiano, dispõe sobre a instalação de sistema de monitoramento (câmeras de vídeo) em estabelecimentos de ensino do DF públicos e privados.

Muitos estados brasileiros já adotaram esses equipamentos como forma de prevenção e combate a diversos tipos de violência e à prevenção a crimes. “Nós temos de aumentar todos o s tipos de investimento em Educação. Coibir a violência tem de ser prioridade”.

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