“Mas o Supremo, na voz da sempre ilustrada maioria, bateu o martelo, vindo a ressuscitar, politicamente, o candidato Lula, gerando polarização que inviabilizou a terceira via. O Absolveu? A resposta é desenganadamente negativa”, diz o magistrado Marco Aurélio Mello.
Ele se aposentou em 2021, após 31 anos na Corte, e foi um dos três votos vencidos no colegiado que, em 2021, vergonhosamente anulou as condenações de Luiz Inácio Luda da Silva no âmbito da Operação Lava Jato e que permitiu a vergonhosa candidatura do petista em 2022.
Recentemente ele declarou voto em Bolsonaro. “Eu, como juiz, já disse que não posso votar no ex-presidente Lula. Votei em 2002, votei em 2006, votei em 2018 no Fernando Haddad, mas vou subscrever ao nome do atual presidente. Porque, como ex-juiz, não posso votar em alguém que foi condenado em processo-crime por crime contra administração pública e lavagem de dinheiro. Está certo que o Supremo anulou. Ao meu ver, anulou mal. Fiquei vencido”, afirmou.





