Padrinhos mágicos

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Em março de 2013, o cantor goiano Amado Batista se apresentou no Itapoã. A Administração Regional expediu nota na bagatela de R$ 400 mil para pagar o show, o mais caro da gestão Agnelo Queiroz (PT). A suspeita de superfaturamento levou à exoneração do então administrador Donizete dos Santos, apadrinhado do PR.

O tempo passou e, em 9 de janeiro deste ano, ele foi nomeado chefe de gabinete da 3a Secretaria da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, comandada por bispo Renato Andrade (PR). Donizete vai receber salário de R$16,5 mil.

 

 

Fonte: Coluna Eixo Capital/Correio Braziliense

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